Lique
Luiz Henrique Bellucci Peterlini · nasceu em 1959
Lique se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 2.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.
Passou por 2 partidos: PT (2008–2012), PSD (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 57 anos, superior completo, engenheiro, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Lique declarou R$ 1,6 mi em bens, em reais de hoje: 68 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 1,1 mi acima da inflação.
Declarou 68 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- LiqueR$ 1,6 mi
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Lique declarou ao TSE R$ 2,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 1,2 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Monte Alegre do Sul (SP) · PSD · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 10555,1%
- Outros candidatosR$ 8644,9%
Para onde foi
- Material impressoR$ 10555,1%
- PessoalR$ 8644,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Monte Alegre do Sul (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 11,8 por voto. Quem venceu, Rodolfo Baldi, gastou R$ 8,00 por voto. O voto mais caro custou R$ 46,5; o mais barato, R$ 5,89.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Kaloy PSDBR$ 3,3 mil · 71 votosR$ 46,5
- Ricardo Guilherme DEMR$ 1,2 mil · 39 votosR$ 30,7
- Adriana Lixandrão DEMR$ 1,4 mil · 48 votosR$ 28,5
- Rafa PSDBR$ 2,6 mil · 177 votosR$ 14,9
- Marcia Campanari REPUBLICANOSR$ 1,9 mil · 141 votosR$ 13,4
- Luis Lixandrão MDBR$ 1,9 mil · 146 votosR$ 13,3
- Alexandre Pellegatti DEMR$ 2,1 mil · 181 votosR$ 11,8
- Amarildo Ortiz PPR$ 2,1 mil · 203 votosR$ 10,4
- Valter Bueno PTBR$ 1,4 mil · 152 votosR$ 9,51
- Luiz Fabiano PATRIOTAR$ 758 · 91 votosR$ 8,33
- Rodolfo Baldi DEMR$ 976 · 122 votosR$ 8,00
- Prof.Nilson PSDR$ 677 · 115 votosR$ 5,89
Votos por real
- 2016, vereador: 113 votos por R$ 1.000, 3,9 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 108 votos por R$ 1.000, 3,6 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 131 votos por R$ 1.000, 5,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.