Apuração
Vereador · 2016 · DEM

Alexandre Pellegatti

Alexandre Marcos Pellegatti · nasceu em 1947

Alexandre Pellegatti disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Monte Alegre do Sul (SP)), pelo DEM: eleito.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoDEM+0,72← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoDEM2016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 69 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    DEM 25000· direita
    eleito181 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Alexandre Pellegatti declarou R$ 3 mi em bens, em reais de hoje: 129 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.

R$ 3 mi
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 1.865.436 na declaração)

Declarou 129 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.

  • Alexandre PellegattiR$ 3 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 3 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 11 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Situado em monte alegre do sulR$ 1,5 mi
    Casa
  2. Situado em monte alegre dos sulR$ 487,4 mil
    Casa
  3. Banco do brasilR$ 428,8 mil
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  4. Toro fiat ano 2016R$ 206,3 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. Banco do brasilR$ 102,4 mil
    Previdência VGBL
  6. GM S10 ano 2010R$ 73,1 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  7. Banco do brasilR$ 52,2 mil
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  8. Vectra GM ano 2010R$ 48,7 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  9. Banco brasilR$ 37,2 mil
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  10. SantanderR$ 34,9 mil
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  11. SantanderR$ 16,2 mil
    Caderneta de poupança

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Alexandre Pellegatti declarou ao TSE R$ 2,1 mil em receitas, em reais de hoje.

2016 · Vereador · Monte Alegre do Sul (SP) · DEM · eleito

De onde veio

R$ 2.144
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.144.
  1. Próprio bolsoR$ 2.05896%
  2. Outros candidatosR$ 864%

Para onde foi

R$ 2.144
O maior gasto foi com transporte: 85% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.144. Toque numa parte para abrir.
  1. Material impressoR$ 1054,9%
  2. EscritórioR$ 361,7%

Quanto custou cada voto: vereador, Monte Alegre do Sul (SP), 2016

Alexandre Pellegatti: R$ 11,8 por voto (mediana da disputa, R$ 11,8). Quem venceu, Rodolfo Baldi, gastou R$ 8,00 por voto. O voto mais caro custou R$ 46,5; o mais barato, R$ 5,89.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Alexandre Pellegatti. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 84 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.