Apuração
Vereador · 2004 · PSDB

Lio Tironi

nasceu em 1952

Lio Tironi se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2004, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,20← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PSDB2004PSDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PSDB.

Dep. estadualVereadorPartidoPSDB20022004
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2004, suplente.

Declarou ao TSE em 2004: 52 anos, ensino médio, industrial. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2004
    PSDB 45678· centro-direita
    suplente1.470 votos
  2. 2002
    Deputado estadual · Santa Catarina
    PSDB 45789· centro-direita
    suplente7.221 votos; 111º mais votado de 293 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Lio Tironi teve 7.221 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 111º lugar entre 293 candidatos.

Recebeu votos em 75 cidades. Jaraguá do Sul deu 55,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,9%.

7.221 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 7.221 votos.
  1. Jaraguá do Sul (SC)3.979 votos55,1%
  2. Guaramirim (SC)887 votos12,3%
  3. Massaranduba (SC)836 votos11,6%
  4. Corupá (SC)440 votos6,1%
  5. Schroeder (SC)370 votos5,1%
  6. Outras 60 cidades226 votos3,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Lio Tironi declarou ao TSE R$ 109 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 79 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2004 · Vereador · Jaraguá do Sul (SC) · PSDB · suplente

De onde veio

R$ 29,5 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 29,5 mil.
  1. PartidoR$ 11,9 mil40,2%
  2. Próprio bolsoR$ 11,1 mil37,7%
  3. EmpresasR$ 6.51622,1%

Para onde foi

R$ 29,3 mil
O maior gasto foi com serviços: 59% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 29,3 mil.
  1. ServiçosR$ 17,2 mil58,8%
  2. EventosR$ 6.16121%
  3. Material impressoR$ 3.70812,7%
  4. TransporteR$ 2.0857,1%
  5. EscritórioR$ 980,3%

Quanto custou cada voto: vereador, Jaraguá do Sul (SC), 2004

Lio Tironi: R$ 19,9 por voto (mediana da disputa, R$ 31,4). Quem venceu, Afonso Piazera Neto, gastou R$ 12,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 59,9; o mais barato, R$ 12,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Lio Tironi. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, vereador: 50 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 91 votos por R$ 1.000, 91% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.