Apuração
Prefeito · 2016 · PV

Lindomar

Lindomar Gervasio de Sousa · nasceu em 1976

Lindomar se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPV−0,05← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012PV2014PV2016PV← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PV.

Dep. federalPrefeitoPartidoPV201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, não eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 40 anos, até o fundamental, mecânico de manutenção, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2014, branca em 2016. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PV 43· centro
    não eleito51 votos, 0,7%
  2. 2014
    Deputado federal · Piauí
    PV 4377· centro
    não eleito420 votos; 58º mais votado de 88 no estado
  3. 2012
    PV 43· centro-esquerda
    não eleito33 votos, 0,4%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Lindomar teve 420 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 58º lugar entre 88 candidatos.

Recebeu votos em 22 cidades. Simplício Mendes deu 55,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,9%.

420 votos
votos para deputado federal em 2014
Cada quadrado é 1% de 420 votos.
  1. Simplício Mendes (PI)234 votos55,7%
  2. Isaías Coelho (PI)63 votos15%
  3. Campinas do Piauí (PI)26 votos6,2%
  4. Teresina (PI)24 votos5,7%
  5. Socorro do Piauí (PI)18 votos4,3%
  6. Outras 7 cidades9 votos2,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Lindomar declarou ao TSE R$ 14 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado federal: R$ 6,5 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Prefeito · Simplício Mendes (PI) · PV · não eleito

De onde veio

R$ 5.716
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 5.716
O maior gasto foi com serviços: 92% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.716. Toque numa parte para abrir.
  1. Material impressoTudo de Octavio Tenorio Marques Lima 29307566836R$ 4868,5%

Quanto custou cada voto: prefeito, Simplício Mendes (PI), 2016

Lindomar: R$ 112 por voto (mediana da disputa, R$ 20,9). Quem venceu, Dr. Heli, gastou R$ 15,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 112; o mais barato, R$ 15,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Lindomar. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, prefeito: 8,9 votos por R$ 1.000, 19% da mediana da disputa.
  • 2014, deputado federal: 64 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
  • 2012, prefeito: 25 votos por R$ 1.000, 76% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.