Apuração
Vereador · 2016 · MDB

Lindo

Lindomar Rosso · nasceu em 1968

Lindo disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Morro Grande (SC)), pelo MDB: suplente.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,32← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoMDB2016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 48 anos, até o fundamental, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Morro Grande (SC)
    MDB 15456· centro-direita
    suplente59 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Lindo declarou R$ 160,4 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 160,4 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 98.714 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2016.

  • LindoR$ 160,4 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 107,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 253,3 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 160,4 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. 2 Terrenos rurais 14 hectaresR$ 97,5 mil
    Terreno rural
  2. Casa e galpãoR$ 54,3 mil
    Outros bens imóveis
  3. Moto honda cg 125 fan 20005R$ 4.559
    Outros bens móveis
  4. Capital socialR$ 3.774
    Fundo de Investimento Imobiliário
  5. AplicaçãoR$ 258
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  6. C/cR$ 42
    Conta corrente no país

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Lindo declarou ao TSE R$ 15 mil em receitas, em reais de hoje.

2016 · Vereador · Morro Grande (SC) · MDB · suplente

De onde veio

R$ 14,6 mil
0% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 14,6 mil.
  1. PessoasR$ 13,2 mil90,2%
  2. Próprio bolsoR$ 1.4339,8%

Para onde foi

R$ 14,6 mil
O maior gasto foi com serviços: 58% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 14,6 mil.
  1. ServiçosR$ 8.50258,1%
  2. TransporteR$ 5.51037,7%
  3. Material impressoR$ 6144,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Morro Grande (SC), 2016

Lindo: R$ 248 por voto (mediana da disputa, R$ 248). Quem venceu, Kiskis, gastou R$ 65,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 980; o mais barato, R$ 65,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Lindo. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Tita MDBR$ 15 mil · 15 votosR$ 980
  • Lane MDBR$ 9,6 mil · 11 votosR$ 874
  • Fabio MDBR$ 15 mil · 18 votosR$ 807
  • Vado MDBR$ 9,6 mil · 13 votosR$ 739
  • Jania MDBR$ 9,1 mil · 16 votosR$ 568
  • Edevar MDBR$ 14 mil · 55 votosR$ 253
  • Lindo MDBR$ 15 mil · 59 votosR$ 248
  • Tadeu MDBR$ 16 mil · 71 votosR$ 220
  • Valmir MDBR$ 10 mil · 76 votosR$ 132
  • Furuca MDBR$ 13 mil · 119 votosR$ 113
  • Nega MDBR$ 15 mil · 205 votosR$ 70,9
  • Kiskis MDBR$ 11 mil · 169 votosR$ 65,5

Votos por real

  • 2016, vereador: 4 votos por R$ 1.000, 29% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.