Lilico
Carlos Oliveira de Aguiar · nasceu em 1961
Lilico se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.
Sempre pelo DEM.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 55 anos, ensino médio, vereador, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Lilico declarou R$ 284,9 mil em bens, em reais de hoje: 22 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 177 mil acima da inflação.
Em 2016, não declarou nenhum bem.
Declarou 22 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2012.
- LilicoR$ 284,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 13,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 107,4 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Lilico declarou ao TSE R$ 25 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 13 mil, 97% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Belmonte (BA) · DEM · suplente
De onde veio
- Fundo partidárioR$ 13 mil96,8%
- PessoasR$ 2431,8%
- Outros candidatosR$ 1861,4%
Para onde foi
- ServiçosR$ 3.80528,4%
- PessoalR$ 3.56226,6%
- Material impressoR$ 3.42525,6%
- TransporteR$ 2.59119,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Belmonte (BA), 2016
Lilico: R$ 49,9 por voto (mediana da disputa, R$ 10,5). Quem venceu, Rogeiro Bahia, gastou R$ 3,86 por voto. O voto mais caro custou R$ 68,6; o mais barato, R$ 3,86.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Lilico. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ronaldo Do Gas PSDBR$ 9,1 mil · 132 votosR$ 68,6
- Lilico DEMR$ 13 mil · 268 votosR$ 49,9
- Turista PODER$ 4,4 mil · 240 votosR$ 18,1
- Bira PC do BR$ 1 mil · 66 votosR$ 15,5
- Calango AGIRR$ 4,3 mil · 354 votosR$ 12
- Tiufim PSBR$ 2,6 mil · 243 votosR$ 10,5
- Luluca PSBR$ 2,6 mil · 245 votosR$ 10,5
- Gamarra PODER$ 1 mil · 169 votosR$ 6,06
- Raimundo Lopes PODER$ 1 mil · 169 votosR$ 6,06
- Luciano PC do BR$ 1 mil · 192 votosR$ 5,33
- Sargento Cesar PVR$ 1 mil · 195 votosR$ 5,25
- Rogeiro Bahia PC do BR$ 1 mil · 265 votosR$ 3,86
Votos por real
- 2016, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 32% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 34 votos por R$ 1.000, 58% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 176 votos por R$ 1.000, 4,8 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.