Lídia de Vargas
Lídia de Fátima Moraes de Vargas · nasceu em 1972
Lídia de Vargas se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleita em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2012 e 2016.
Sempre pelo PSD.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 48 anos, superior completo, servidor público municipal, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Lídia de Vargas declarou R$ 97,8 mil em bens, em reais de hoje: 1,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2012 e 2020.
Declarou 1,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2020.
- Lídia de VargasR$ 97,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 58,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 208,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 4 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- CHEV/Prisma 1.4 flex 2015 Placa OBJ 6933 Renavan 01083957691R$ 54,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Hyunday/hb 20 1.0MR$ 34,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Agencia 3263 Poupança 0854.00652977-7R$ 6.993Conta corrente no país
- ag 5911-0 C/C 5239-6R$ 1.592Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Lídia de Vargas declarou ao TSE R$ 46 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereadora: R$ 17 mil, 3% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereadora · Cláudia (MT) · PSD · suplente
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 14,2 mil90,9%
- PessoasR$ 1.4159,1%
Para onde foi
- PessoalR$ 6.45341,5%
- TransporteR$ 3.91925,2%
- Material impressoR$ 3.36021,6%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1.55710%
- EventosR$ 2581,7%
- EscritórioR$ 100,1%
Quanto custou cada voto: vereadora, Cláudia (MT), 2020
Lídia De Vargas: R$ 89,9 por voto (mediana da disputa, R$ 52,2). Quem venceu, Edson Moreira, gastou R$ 27,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 2.021; o mais barato, R$ 27,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Lídia De Vargas. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Milena Oliveira De Freitas PSDR$ 14 mil · 7 votosR$ 2.021
- Simone Muller PSDR$ 14 mil · 11 votosR$ 1.265
- Jair Rodrigues PPR$ 6,2 mil · 16 votosR$ 387
- Lídia De Vargas PSDR$ 16 mil · 173 votosR$ 89,9
- Henrique Basinski PSDBR$ 9,8 mil · 110 votosR$ 88,9
- Marcos Talau PSDBR$ 6,6 mil · 102 votosR$ 64,8
- Esdra Andrade PSDBR$ 6,8 mil · 131 votosR$ 52,2
- Petrucci MDBR$ 6,1 mil · 151 votosR$ 40,7
- Léo MDBR$ 9 mil · 225 votosR$ 40,1
- Marcos Tadeu PSDBR$ 9,1 mil · 278 votosR$ 32,7
- Benedito Do Keno PSDBR$ 6,4 mil · 199 votosR$ 32,2
- Edson Moreira PSBR$ 7,3 mil · 265 votosR$ 27,7
Votos por real
- 2020, vereadora: 11 votos por R$ 1.000, 60% da mediana da disputa.
- 2016, vereadora: 15 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereadora: 31 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.