Apuração
Vereador · 2012 · PL

Leonardo Zaniboni

Leonardo David Zaniboni · nasceu em 1976

Leonardo Zaniboni disputou uma eleição, em 2012, para vereador (Mogi Mirim (SP)), pelo PL: eleito.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPL+0,49← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPL2012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, eleito.

Declarou ao TSE em 2012: 36 anos, superior completo, empresário. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereador · Mogi Mirim (SP)
    PL 22222· direita
    eleito763 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Leonardo Zaniboni declarou R$ 734,7 mil em bens, em reais de hoje: 22 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.

R$ 734,7 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 335.295 na declaração)

Declarou 22 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2012.

  • Leonardo ZaniboniR$ 734,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 734,7 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2012, do maior ao menor
  1. Construção de casaR$ 263 mil
    Construção
  2. 1 Lote residencial dos jequitibasR$ 251,8 mil
    Terreno
  3. 1 Carro linea ano 2009R$ 98,6 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. 1 Carro ideia ano 2007R$ 47,3 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. 50% De um terreno no residencial do bosqueR$ 44,8 mil
    Terreno
  6. Apartamento em construção ribeirão pretoR$ 29,3 mil
    Apartamento

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2012, Leonardo Zaniboni declarou ao TSE R$ 62 mil em receitas, em reais de hoje.

2012 · Vereador · Mogi Mirim (SP) · PL · eleito

De onde veio

R$ 62,3 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 6 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 62,3 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Próprio bolsoR$ 17,3 mil27,8%
  2. Pessoas6 pessoas, não nomeadasR$ 16,2 mil26%
  3. PartidoR$ 2.6434,2%
  4. Outros candidatosR$ 910,1%

Para onde foi

R$ 62,3 mil
O maior gasto foi com material impresso: 42% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 62,3 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal3 pessoas, não nomeadasR$ 6.71510,8%
  2. ServiçosR$ 6.68910,7%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 5420,9%
  4. EscritórioR$ 5000,8%

Quanto custou cada voto: vereador, Mogi Mirim (SP), 2012

Leonardo Zaniboni: R$ 81,6 por voto (mediana da disputa, R$ 49,8). Quem venceu, Robertinho Tavares, gastou R$ 29,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 94,7; o mais barato, R$ 29,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Leonardo Zaniboni. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 37% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.