Leonardo Comeron
Leonardo Benedito Goes Comeron · nasceu em 1956
Leonardo Comeron se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em todas.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Sempre pelo PTB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, eleito.
Declarou ao TSE em 2008: 52 anos, ensino médio, comerciante. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Leonardo Comeron declarou R$ 693 mil em bens, em reais de hoje: 14 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 14 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.
- Leonardo ComeronR$ 693 mil
- Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 7 itens declarados em 2008, do maior ao menor
- Uma casa localizada na rua angello guazelliR$ 202,2 milImóveis
- Uma chacara no bairro capelinhaR$ 161,8 milImóveis
- Um prédio comercial localizado na rua cel licinioR$ 161,8 milImóveis
- Uma casa localizada na rua angello guazelliR$ 67,4 milImóveis
- Um lote localizado na rua ana de almeidaR$ 48,5 milImóveis
- Um carro marca fiat modelo palio weekend stile ano 97R$ 44,5 milVeículos, barcos e aeronaves
- Um carro marca ford modelo corcel II ano 83R$ 6.741Veículos, barcos e aeronaves
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Leonardo Comeron declarou ao TSE R$ 36 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 21 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Buri (SP) · PTB · eleito
De onde veio
- Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 12,4 mil59,7%
- Próprio bolsoR$ 7.29635%
- PartidoTudo de Comitê Financeiro Municipal Para VereadorR$ 1.1145,3%
Para onde foi
- Material impressoTudo de Epopeia M.T. Bernardino - MeR$ 4.98523,9%
- Pessoal1 pessoas, não nomeadasR$ 2.14210,3%
- EscritórioR$ 1610,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Buri (SP), 2008
Leonardo Comeron: R$ 44,4 por voto (mediana da disputa, R$ 69,6). O voto mais caro custou R$ 499; o mais barato, R$ 44,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Valdir Leite PSCR$ 87 mil · 174 votosR$ 499
- Laercio Da Santa PTBR$ 17 mil · 136 votosR$ 126
- Angela PVR$ 25 mil · 237 votosR$ 105
- Carla Lima PDTR$ 25 mil · 253 votosR$ 97,3
- Dinho Do Pt PTR$ 19 mil · 218 votosR$ 89,2
- Natalice PLR$ 13 mil · 175 votosR$ 76,5
- Elias Dos Anjos AGIRR$ 16 mil · 229 votosR$ 69,6
- Helio Fonseca PDTR$ 24 mil · 352 votosR$ 68,6
- Rafael Do Lauri PVR$ 26 mil · 464 votosR$ 56,6
- Naldo Do Ordo MDBR$ 18 mil · 343 votosR$ 53,5
- Marcela Albuquerque MDBR$ 15 mil · 333 votosR$ 45,7
- Leonardo Comeron PTBR$ 21 mil · 470 votosR$ 44,4
Votos por real
- 2008, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 75% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 26 votos por R$ 1.000, 89% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.