Leonardo
Jose Leonardo Simoes Rocha · nasceu em 1968
Leonardo disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Inhambupe (BA)), pelo MDB: não eleito.
Centro, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 36 anos, superior completo, agronomo. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Leonardo declarou ao TSE R$ 0 em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Inhambupe (BA) · MDB · não eleito
De onde veio
Nada declarado em 2004.
Para onde foi
- TransporteTudo de Posto De Gasolina E Lubrificantes Oliveira Ltda MeR$ 13,9 mil68%
- Material impressoTudo de Cristal Graff E Editora LtdaR$ 6.51632%
Quanto custou cada voto: prefeito, Inhambupe (BA), 2004
Leonardo: R$ 84,2 por voto (mediana da disputa, R$ 46,8). Quem venceu, Simone, gastou R$ 46,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 84,2; o mais barato, R$ 42,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Leonardo. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Leonardo MDBR$ 20 mil · 242 votosR$ 84,2
- Simone PLR$ 464 mil · 9.914 votosR$ 46,8
- Euberto Luiz PPR$ 327 mil · 7.747 votosR$ 42,2
Votos por real
- 2004, prefeito: 12 votos por R$ 1.000, 56% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.