Leomar Mandato
Leomar Cazoti Mandato · nasceu em 1981
Leomar Mandato se candidatou em 5 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em 2. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2020.
Passou por 3 partidos: PT (2008–2016), DEM (2020), PV (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2024: 43 anos, superior incompleto, vereador, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016Vice-prefeito · Governador Lindenberg (ES)PT 23· centro-esquerda· na urna, Leomar Cazoti MandatoNa chapa de Pedro Sfalsinichapa não eleita2.890 votos da chapa, 40,7%
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Leomar Mandato declarou R$ 24,3 mil em bens, em reais de hoje: 1,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Espírito Santo. Entre 2012 e 2024, o total caiu R$ 30,5 mil, já descontada a inflação.
Declarou 1,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Espírito Santo em 2024.
- Leomar MandatoR$ 24,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 14,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 66 mil
Cada quadrado, R$ 2.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Leomar Mandato declarou ao TSE R$ 32 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 16 mil, 86% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Governador Lindenberg (ES) · DEM · eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Democratas - Diretorio NacionalR$ 14,2 mil86%
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 1.4158,6%
- Outros candidatosTudo de Eleicao 2020 Leonardo Prando Finco PrefeitoR$ 8835,4%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Governador Lindenberg (ES), 2020
Leomar Mandato: R$ 64,6 por voto (mediana da disputa, R$ 23,3). Quem venceu, Aloisio Romanha, gastou R$ 4,20 por voto. O voto mais caro custou R$ 109; o mais barato, R$ 4,20.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Leomar Mandato. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Leozinho Da Brasília REPUBLICANOSR$ 1,8 mil · 17 votosR$ 109
- Samanta Venancio CIDADANIAR$ 2,8 mil · 27 votosR$ 105
- Leomar Mandato DEMR$ 16 mil · 241 votosR$ 64,6
- Hudson Guedes DEMR$ 8,5 mil · 201 votosR$ 42,2
- Itamar Piona (Cuquinha) REPUBLICANOSR$ 3,1 mil · 80 votosR$ 38,9
- Canarinho (Jonacir Jjfa) PVR$ 1,8 mil · 79 votosR$ 23,3
- Pacheco PSDR$ 2 mil · 137 votosR$ 14,7
- Juninho Orletti CIDADANIAR$ 3,9 mil · 391 votosR$ 10
- José Carlos Marianelli CIDADANIAR$ 1,8 mil · 220 votosR$ 8,36
- Rafael DEMR$ 1,8 mil · 389 votosR$ 4,73
- Aloisio Romanha REPUBLICANOSR$ 1,8 mil · 438 votosR$ 4,20
Votos por real
- 2020, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 59% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 35 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 59 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.