Leo Stramaro
Leonardo Stramaro Pinto · nasceu em 1988
Leo Stramaro disputou uma eleição, em 2020, para prefeito (Paraty (RJ)), pelo PRTB: não eleito.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 32 anos, ensino médio, office-boy e contínuo, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2020, Leo Stramaro declarou ao TSE R$ 212 em receitas, em reais de hoje.
2020 · Prefeito · Paraty (RJ) · PRTB · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: prefeito, Paraty (RJ), 2020
Leo Stramaro: R$ 1,34 por voto (mediana da disputa, R$ 46,8). Quem venceu, Vidal, gastou R$ 46,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 85,5; o mais barato, R$ 1,34.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Leo Stramaro. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Fabio Pretinho AGIRR$ 5,7 mil · 67 votosR$ 85,5
- Luciano Vieira PVR$ 20 mil · 294 votosR$ 67,4
- Zeze PTBR$ 532 mil · 11.016 votosR$ 48,3
- Vidal MDBR$ 517 mil · 11.052 votosR$ 46,8
- Davi Detrinda PSOLR$ 24 mil · 520 votosR$ 45,5
- Leo Stramaro PRTBR$ 212 · 158 votosR$ 1,34
Votos por real
- 2020, prefeito: 158 votos por R$ 1.000, 7,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.