Leo Pacheco
Leonardo Araújo Pacheco Pereira · nasceu em 1983
Leo Pacheco se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: DC (2004), PT (2012–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 33 anos, superior completo, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012Vice-prefeito · Santo Amaro (BA)PT 13· centro-esquerdaNa chapa de Ricardo Machadochapa eleita20.387 votos da chapa, 61,0%
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Leo Pacheco declarou R$ 378,6 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito na Bahia em 2016.
- Leo PachecoR$ 378,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 487,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 586,5 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Leo Pacheco declarou ao TSE R$ 189 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Prefeito · Santo Amaro (BA) · PT · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- Serviços20 pessoas, não nomeadasR$ 45,5 mil23,7%
- Pessoal15 pessoas, não nomeadasR$ 19,6 mil10,2%
- EscritórioR$ 7.0443,7%
Quanto custou cada voto: prefeito, Santo Amaro (BA), 2016
Leo Pacheco: R$ 15,5 por voto (mediana da disputa, R$ 6,32). Quem venceu, Flaviano, gastou R$ 9,26 por voto. O voto mais caro custou R$ 15,5; o mais barato, R$ 4,15.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Leo Pacheco. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Leo Pacheco PTR$ 192 mil · 12.365 votosR$ 15,5
- Flaviano DEMR$ 165 mil · 17.871 votosR$ 9,26
- Luis Francisco DEMOCRATAR$ 2,1 mil · 333 votosR$ 6,32
- Chico Porto PC do BR$ 16 mil · 3.933 votosR$ 4,15
Votos por real
- 2016, prefeito: 65 votos por R$ 1.000, 49% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.