Leo Matos
Leonardo de Morais Matos · nasceu em 1981
Leo Matos se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2016.
Passou por 3 partidos: PTB (2008), PPL (2016), MDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 39 anos, superior incompleto, prefeito, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Leo Matos declarou R$ 755,5 mil em bens, em reais de hoje: 2,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Piauí. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 526,3 mil acima da inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 2,4 vezes a mediana dos candidatos a prefeito no Piauí em 2016.
- Leo MatosR$ 755,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 310 mil
- Mediana dos eleitosR$ 367 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Leo Matos declarou ao TSE R$ 73 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para prefeito: R$ 53 mil.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Gilbués (PI) · MDB · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 14,2 mil71,4%
- Fundo eleitoralTudo de Partido Do Movimento Democratico Brasileiro - PmdbR$ 5.66128,6%
Para onde foi
- Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 5.66129,6%
- EscritórioR$ 1< 0,1%
Quanto custou cada voto: prefeito, Gilbués (PI), 2020
Leo Matos: R$ 10,5 por voto (mediana da disputa, R$ 29,2). Quem venceu, Amiltinho, gastou R$ 38 por voto. O voto mais caro custou R$ 38; o mais barato, R$ 10,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Leo Matos. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Votos por real
- 2020, prefeito: 95 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 65 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.