Apuração
Vereador · 2016 · PL

Leo Lagarto

Leonardo Alves Mendes · nasceu em 1982

Leo Lagarto disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Montezuma (MG)), pelo PL: suplente.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPL+0,53← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPL2016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 33 anos, ensino médio, empresário, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Montezuma (MG)
    PL 22222· direita
    suplente173 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Leo Lagarto declarou R$ 428,9 mil em bens, em reais de hoje: 15 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 428,9 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 264.000 na declaração)

Declarou 15 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.

  • Leo LagartoR$ 428,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 428,9 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Leo Lagarto declarou ao TSE R$ 8,6 mil em receitas, em reais de hoje.

2016 · Vereador · Montezuma (MG) · PL · suplente

De onde veio

R$ 8.632
0% veio de fundos públicos; 6 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 8.632.
  1. PessoasR$ 6.47875,1%
  2. Próprio bolsoR$ 1.61918,8%
  3. Outros candidatosR$ 5346,2%

Para onde foi

R$ 8.632
O maior gasto foi com pessoal: 54% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 8.632.
  1. PessoalR$ 4.69654,4%
  2. TransporteR$ 2.10324,4%
  3. Material impressoR$ 1.53817,8%
  4. ServiçosR$ 2913,4%
  5. EscritórioR$ 2< 0,1%

Quanto custou cada voto: vereador, Montezuma (MG), 2016

Leo Lagarto: R$ 49,9 por voto (mediana da disputa, R$ 32,4). Quem venceu, Euds De Natan, gastou R$ 24,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 102; o mais barato, R$ 24,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Leo Lagarto. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela
  • Cici Do São Modesto SOLIDARIEDADER$ 3,9 mil · 38 votosR$ 102
  • Olga Enfermeira PDTR$ 3,8 mil · 51 votosR$ 74
  • Leo Lagarto PLR$ 8,6 mil · 173 votosR$ 49,9
  • Tone De Rui PSDBR$ 7,3 mil · 156 votosR$ 47
  • Douglas De Devaldo PSDBR$ 6,2 mil · 180 votosR$ 34,3
  • Edson MDBR$ 5,4 mil · 166 votosR$ 32,4
  • Dema Do Areião PDTR$ 8,5 mil · 270 votosR$ 31,5
  • Leo Do Brejinho PATRIOTAR$ 4,4 mil · 160 votosR$ 27,4
  • Buia Do Onibus SOLIDARIEDADER$ 5 mil · 183 votosR$ 27,1
  • Gô PPR$ 4,8 mil · 183 votosR$ 26,3
  • Euds De Natan PPR$ 6,8 mil · 275 votosR$ 24,7

Votos por real

  • 2016, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.