Léo Giestosa
Leonardo Cottard Giestosa · nasceu em 1981
Léo Giestosa se candidatou em 5 eleições, de 2012 a 2024, e foi eleito em 3.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012, 2016 e 2020.
Passou por 4 partidos: AGIR (2012), PL (2016–2018), PTB (2020), SOLIDARIEDADE (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2024, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2024: 42 anos, até o fundamental, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024Vice-prefeito · Gravatá (PE)SOLIDARIEDADE 45· centro-direitaNa chapa de Joaquim Netochapa não eleita11.275 votos da chapa, 21,6%
- 2020
- 2018Deputado estadual · PernambucoPL 22122· direita· na urna, Leo Giestosasuplente3.671 votos; 163º mais votado de 622 no estado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Léo Giestosa teve 3.671 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 163º lugar entre 622 candidatos.
Recebeu votos em 78 cidades. Gravatá deu 82,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 92,9%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Léo Giestosa declarou R$ 211,6 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Mais da metade (57%) dos candidatos a vereador em Pernambuco não declarou nenhum bem em 2016.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Léo Giestosa declarou ao TSE R$ 525 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado estadual: R$ 452 mil, 100% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Gravatá (PE) · PTB · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 13,4 mil51,3%
- Pessoas6 pessoas, não nomeadasR$ 12,7 mil48,7%
Para onde foi
- EscritórioR$ 1030,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Gravatá (PE), 2020
Léo Giestosa: R$ 32,5 por voto (mediana da disputa, R$ 31,3). Quem venceu, Cabritinha, gastou R$ 13,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 48,9; o mais barato, R$ 13,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Léo Giestosa. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Zé Mario Do Sindicato PSDBR$ 25 mil · 505 votosR$ 48,9
- Aldo Lamassa MDBR$ 25 mil · 536 votosR$ 46,9
- Dr José Rodrigues PSLR$ 18 mil · 443 votosR$ 41,6
- Dode Flores PTBR$ 21 mil · 576 votosR$ 36,2
- Léo Giestosa PTBR$ 26 mil · 803 votosR$ 32,5
- Léo Do Ar PSDBR$ 57 mil · 1.808 votosR$ 31,8
- Regis PSLR$ 28 mil · 881 votosR$ 31,3
- Bruno Sales PSDBR$ 21 mil · 691 votosR$ 30,1
- Neto Da Banca PPR$ 20 mil · 673 votosR$ 29,2
- Prequé PSDR$ 22 mil · 916 votosR$ 23,6
- Adeildo Do Abacaxi MDBR$ 19 mil · 1.134 votosR$ 16,8
- Cabritinha PSBR$ 19 mil · 1.354 votosR$ 13,9
Votos por real
- 2020, vereador: 31 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2018, deputado estadual: 8,1 votos por R$ 1.000, 12% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 59 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 50 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.