Léo Coutinho
Leonardo Paes Barreto Coutinho · nasceu em 1978
Léo Coutinho se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 4.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2016 e 2020.
Passou por 3 partidos: PT (2004), PP (2008), PT (2012), PP (2016), SOLIDARIEDADE (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 42 anos, ensino médio, prefeito, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008Vice-prefeito · Porciúncula (RJ)PP 11· direita· na urna, Leo CoutinhoNa chapa de Jogaibchapa eleita5.372 votos da chapa, 51,3%
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Léo Coutinho declarou R$ 119,2 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 24,1 mil acima da inflação.
Declarou 36% da mediana dos candidatos a prefeito no Rio de Janeiro em 2020.
- Léo CoutinhoR$ 119,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 333,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 551,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 4 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Conta Corrente ita´úR$ 53 milConta corrente no país
- Dinheiro em espécieR$ 32,3 milDinheiro em espécie
- FIAT Pálio Fire Economy FlexR$ 30,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Conta corrente na CEFR$ 3.735Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Léo Coutinho declarou ao TSE R$ 630 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para prefeito: R$ 303 mil, 37% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Porciúncula (RJ) · SOLIDARIEDADE · eleito
De onde veio
- Pessoas16 pessoas, não nomeadasR$ 152,9 mil50,6%
- Próprio bolsoR$ 35,1 mil11,6%
- PartidoR$ 1.2740,4%
Para onde foi
- Pessoal144 pessoas, não nomeadasR$ 115,1 mil38,7%
- Rádio, TV e vídeoR$ 8.5622,9%
- EscritórioR$ 4.4131,5%
- InternetR$ 2.8871%
- EventosR$ 1.2780,4%
Quanto custou cada voto: prefeito, Porciúncula (RJ), 2020
Léo Coutinho: R$ 56,7 por voto (mediana da disputa, R$ 56,7). O voto mais caro custou R$ 200; o mais barato, R$ 32,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Saulo Da Saúde PDTR$ 70 mil · 350 votosR$ 200
- Zé Paulo REPUBLICANOSR$ 14 mil · 70 votosR$ 199
- Léo Coutinho SOLIDARIEDADER$ 298 mil · 5.254 votosR$ 56,7
- Guilherme Fonseca DEMR$ 142 mil · 4.389 votosR$ 32,2
Votos por real
- 2020, prefeito: 18 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 27 votos por R$ 1.000, 41% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 8,6 votos por R$ 1.000, 33% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 61 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.