Apuração
Deputado federal · 2002 · PTB

Léo Almada

Léo Barros Almada · nasceu em 1938

Léo Almada disputou uma eleição, em 2002, para deputado federal (Rio de Janeiro), pelo PTB: suplente.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,33← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. federalPartidoPTB2002
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2002, suplente.

Declarou ao TSE em 2002: 64 anos, superior completo, tabeliao. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2002
    Deputado federal · Rio de Janeiro
    PTB 1414· centro-direita
    suplente21.821 votos; 79º mais votado de 560 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Léo Almada teve 21.821 votos para deputado federal, 0,3% dos votos válidos do estado: 79º lugar entre 560 candidatos.

Recebeu votos em 86 cidades. Rio de Janeiro deu 36,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 86,3%.

21.821 votos
votos para deputado federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 21.821 votos.
  1. Rio de Janeiro (RJ)8.016 votos36,7%
  2. Petrópolis (RJ)2.696 votos12,4%
  3. Nova Iguaçu (RJ)2.006 votos9,2%
  4. Mesquita (RJ)975 votos4,5%
  5. Itaboraí (RJ)795 votos3,6%
  6. Outras 71 cidades2.996 votos13,7%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2002, Léo Almada declarou ao TSE R$ 719 mil em receitas, em reais de hoje.

2002 · Deputado federal · Rio de Janeiro · PTB · suplente

De onde veio

R$ 719,2 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 19 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 719,2 mil.
  1. Pessoas19 pessoas, não nomeadasR$ 700,7 mil97,4%
  2. Próprio bolsoR$ 18,5 mil2,6%

Para onde foi

R$ 718,1 mil
O maior gasto foi com material impresso: 56% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 718,1 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal12 pessoas, não nomeadasR$ 111,4 mil15,5%
  2. Serviços3 pessoas, não nomeadasR$ 49,3 mil6,9%
  3. EscritórioR$ 26,5 mil3,7%
  4. EventosR$ 7.9371,1%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Rio de Janeiro, 2002

Mediana da disputa: R$ 18,2 por voto. Quem venceu, Denise Frossard- A Juiza, gastou R$ 1,95 por voto. O voto mais caro custou R$ 205; o mais barato, R$ 1,95.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2002, deputado federal: 30 votos por R$ 1.000, 20% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.