Lekinha
Eliekson dos Santos de Jesus · nasceu em 1988
Lekinha se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 2 partidos: PP (2012–2016), REPUBLICANOS (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 32 anos, ensino médio, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Lekinha declarou R$ 143,6 mil em bens, em reais de hoje: 2,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso. Entre 2012 e 2020, o total caiu R$ 31,7 mil, já descontada a inflação.
Declarou 2,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2020.
- LekinhaR$ 143,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 58,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 208,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Lekinha declarou ao TSE R$ 56 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 33 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Comodoro (MT) · REPUBLICANOS · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 4.69891,5%
- TransporteR$ 2835,5%
- EscritórioR$ 1172,3%
- OutrosR$ 350,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Comodoro (MT), 2020
Lekinha: R$ 24,7 por voto (mediana da disputa, R$ 36,6). Quem venceu, Alan Viotto , gastou R$ 18 por voto. O voto mais caro custou R$ 282; o mais barato, R$ 18.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Lekinha. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Karla Jéssica Psicóloga PODER$ 5,1 mil · 18 votosR$ 282
- Sabrina Grava PSCR$ 4,2 mil · 44 votosR$ 95,1
- Robervane Oliveira PROSR$ 16 mil · 225 votosR$ 73
- Luciano Da Virtual PODER$ 5,2 mil · 79 votosR$ 66,4
- Adão Mendes PODER$ 5 mil · 98 votosR$ 50,5
- Ana Paiva PODER$ 4,2 mil · 86 votosR$ 49,3
- Toninho Do Esporte PLR$ 4,8 mil · 130 votosR$ 36,6
- Cícera Ferreira PODER$ 4,6 mil · 138 votosR$ 33,4
- Gleyce PODER$ 9,7 mil · 334 votosR$ 29,1
- Tião PODER$ 4,1 mil · 152 votosR$ 27,3
- Lekinha REPUBLICANOSR$ 5,1 mil · 208 votosR$ 24,7
- Alan Viotto PODER$ 6,7 mil · 373 votosR$ 18
Votos por real
- 2020, vereador: 41 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 22 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 8,6 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.