Apuração
Vereador · 2020 · PSD

Leizinho do Gerais

Vanderley Ramos Silva · nasceu em 1992

Leizinho do Gerais se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSD+0,48← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2016PSC2020PSD← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.

Passou por 2 partidos: PSC (2016), PSD (2020).

VereadorPartidoPSCPSD201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2020: 28 anos, até o fundamental, vereador, cor preta. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    PSD 55111· direita
    candidatura não chegou à urna
  2. 2016
    PSC 20123· direita
    eleito189 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Leizinho do Gerais declarou R$ 13,8 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 13,8 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 8.500 na declaração)

Declarou 47% da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.

  • Leizinho do GeraisR$ 13,8 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 13,8 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Leizinho do Gerais declarou ao TSE R$ 5,9 mil em receitas, em reais de hoje.

2016 · Vereador · Serranópolis de Minas (MG) · PSC · eleito

De onde veio

R$ 5.928
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.928.
  1. Próprio bolsoR$ 5.40291,1%
  2. Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 3245,5%
  3. Outros candidatosR$ 2023,4%

Para onde foi

R$ 5.928
O maior gasto foi com pessoal: 68% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.928. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal10 pessoas, não nomeadasR$ 4.04868,3%
  2. TransporteTudo de Auto Posto Aguiar LtdaR$ 5769,7%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 4868,2%
  4. ServiçosR$ 3245,5%

Quanto custou cada voto: vereador, Serranópolis de Minas (MG), 2016

Leizinho Do Gerais: R$ 31,4 por voto (mediana da disputa, R$ 62,2). Quem venceu, Dina, gastou R$ 23,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 628; o mais barato, R$ 23,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Leizinho Do Gerais. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 32 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.