Apuração
Vereador · 2020 · DC

Leandro da Nifer

Nilson Leandro de Sousa · nasceu em 1956

Leandro da Nifer se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoDC+0,33← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PTB2008PSB2012PHS2014PHS2016PHS2020DC← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.

Passou por 4 partidos: PTB (2004), PSB (2008), PHS (2012–2016), DC (2020).

Dep. federalVereadorPartidoPTBPSBPHSDC’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.

Declarou ao TSE em 2020: 64 anos, superior completo, administrador, cor parda. A cor declarada mudou: preta em 2014, parda em 2020. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    DC 27456· direita
    não eleito
  2. 2016
    PHS 31789· centro-direita
    não eleito
  3. 2014
    Deputado federal · Paraná
    PHS 3189· centro-direita
    suplente1.498 votos; 142º mais votado de 295 no estado
  4. 2012
    PHS 31789· centro-direita
    eleito662 votos
  5. 2008
    PSB 40130· centro-esquerda
    suplente
  6. 2004
    PTB 14678· centro-direita
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Leandro da Nifer teve 1.498 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 142º lugar entre 295 candidatos.

Recebeu votos em 37 cidades. São José dos Pinhais deu 65,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,0%.

1.498 votos
votos para deputado federal em 2014
Cada quadrado é 1% de 1.498 votos.
  1. São José dos Pinhais (PR)977 votos65,2%
  2. Curitiba (PR)306 votos20,4%
  3. Santo Antônio do Caiuá (PR)59 votos3,9%
  4. Paranavaí (PR)18 votos1,2%
  5. Arapoti (PR)17 votos1,1%
  6. Outras 22 cidades45 votos3%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Leandro da Nifer declarou R$ 151 mil em bens, em reais de hoje: 3,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 126,9 mil acima da inflação.

Em 2020, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 151 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 92.930 na declaração)

Declarou 3,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2016.

  • Leandro da NiferR$ 151 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 42,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 170,3 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 151 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Fiat strada 2010R$ 60,1 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  2. VW gol ano 2012R$ 50,4 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  3. ServopaR$ 32,4 mil
    Consórcio não contemplado
  4. Empresa nilson leandro de souzaR$ 8.123
    Quotas ou quinhões de capital

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Leandro da Nifer declarou ao TSE R$ 233 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 80 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · São José dos Pinhais (PR) · PHS · não eleito

De onde veio

R$ 36,2 mil
0% veio de fundos públicos; 7 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 36,2 mil.
  1. PessoasR$ 20,6 mil56,8%
  2. Próprio bolsoR$ 14,4 mil39,8%
  3. Outros candidatosR$ 1.2443,4%

Para onde foi

R$ 36,2 mil
O maior gasto foi com pessoal: 71% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 36,2 mil.
  1. PessoalR$ 25,8 mil71,3%
  2. Material impressoR$ 8.85424,4%
  3. TransporteR$ 8102,2%
  4. Rádio, TV e vídeoR$ 7292%

Quanto custou cada voto: vereador, São José dos Pinhais (PR), 2016

Mediana da disputa: R$ 32 por voto. Quem venceu, Nina Singer, gastou R$ 18,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 124; o mais barato, R$ 18,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 19 votos por R$ 1.000, 34% da mediana da disputa.
  • 2014, deputado federal: 47 votos por R$ 1.000, 66% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 14 votos por R$ 1.000, 44% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 321 votos por R$ 1.000, 4 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.