Apuração
Deputado federal · 2022 · REDE

Professor Marcelo

Marcelo Guilherme · nasceu em 1975

Professor Marcelo se candidatou em 6 eleições, de 2008 a 2022, e foi eleito em 2.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoREDE−0,11← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PSDB2012PV2016REDE2018REDE2020REDE2022REDE← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.

Passou por 3 partidos: PSDB (2008), PV (2012), REDE (2016–2022).

Dep. federalDep. estadualPrefeitoVereadorPartidoPSDBPVREDE20082010201220142016201820202022
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2022, não eleito.

Declarou ao TSE em 2022: 47 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2022
    Deputado federal · Paraná
    REDE 1840· centro-esquerda
    não eleito10.699 votos; 79º mais votado de 600 no estado
  2. 2020
    REDE 18· centro-esquerda
    não eleito12.919 votos, 10,0%
  3. 2018
    Deputado estadual · Paraná
    REDE 18400· centro
    suplente16.312 votos; 99º mais votado de 704 no estado
  4. 2016
    REDE 18400· centro
    eleito2.190 votos
  5. 2012
    PV 43699· centro-esquerda
    eleito1.551 votos
  6. 2008
    PSDB 45699· centro-direita
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2022, Professor Marcelo teve 10.699 votos para deputado federal, 0,2% dos votos válidos do estado: 79º lugar entre 600 candidatos.

Recebeu votos em 110 cidades. São José dos Pinhais deu 63,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,3%.

10.699 votos
votos para deputado federal em 2022
Cada quadrado é 1% de 10.699 votos.
  1. São José dos Pinhais (PR)6.751 votos63,1%
  2. Curitiba (PR)2.687 votos25,1%
  3. Colombo (PR)194 votos1,8%
  4. Campo Largo (PR)104 votos1%
  5. Fazenda Rio Grande (PR)102 votos1%
  6. Outras 95 cidades400 votos3,7%
As outras 1 eleições para deputado
16.312 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 16.312 votos.
  1. São José dos Pinhais (PR)7.538 votos46,2%
  2. Curitiba (PR)5.979 votos36,7%
  3. Colombo (PR)428 votos2,6%
  4. Pinhais (PR)246 votos1,5%
  5. Campo Largo (PR)216 votos1,3%
  6. Outras 142 cidades730 votos4,5%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2022, Professor Marcelo declarou R$ 403,5 mil em bens, em reais de hoje: 2,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2008 e 2022, o total subiu R$ 400,8 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 403,5 mil
em bens declarados em 2022, em reais de setembro de 2026 (R$ 335.000 na declaração)

Declarou 2,6 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal no Paraná em 2022.

  • Professor MarceloR$ 403,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 156,7 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,7 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 403,5 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 6 campanhas com contas prestadas, Professor Marcelo declarou ao TSE R$ 780 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2022, para deputado federal: R$ 282 mil, 98% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2022 · Deputado federal · Paraná · REDE · não eleito

De onde veio

R$ 281,9 mil
98% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 281,9 mil.
  1. Fundo eleitoralTudo de Rede Sustentabilidade - Parana - Pr - EstadualR$ 275,3 mil97,7%
  2. PessoasR$ 6.6062,3%

Para onde foi

R$ 230,5 mil
O maior gasto foi com pessoal: 26% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 230,5 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal24 pessoas, não nomeadasR$ 59,7 mil25,9%
  2. OutrosR$ 1.6920,7%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Paraná, 2022

Mediana da disputa: R$ 34,7 por voto. Quem venceu, Deltan Dallagnol, gastou R$ 6,80 por voto. O voto mais caro custou R$ 135; o mais barato, R$ 6,80.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2022, deputado federal: 46 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
  • 2020, prefeito: 62 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
  • 2018, deputado estadual: 110 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 39 votos por R$ 1.000, 71% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.