Leandro Barros
Leandro Andre de Barros · nasceu em 1978
Leandro Barros se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em todas.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.
Sempre pelo PDT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 37 anos, superior completo, servidor público estadual, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Leandro Barros declarou R$ 333,2 mil em bens, em reais de hoje: 4,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.
Declarou 4,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- Leandro BarrosR$ 333,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Terreno urbano n. 12 quadra mR$ 171,8 milTerreno
- Terreno urbano n. 13 quadra mR$ 80,2 milTerreno
- Ford focus hc ano 2011/2012R$ 65 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Conta aplicaçãoR$ 16,2 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Leandro Barros declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 5,3 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Planalto (RS) · PDT · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 4.49384,7%
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 81015,3%
Para onde foi
- Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 4869,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Planalto (RS), 2016
Leandro Barros: R$ 7,73 por voto (mediana da disputa, R$ 8,99). Quem venceu, Leonir Bongiorno, gastou R$ 6,44 por voto. O voto mais caro custou R$ 54; o mais barato, R$ 6,44.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Leandro Barros. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Percy PDTR$ 2,4 mil · 45 votosR$ 54
- Chiquinho PDTR$ 4,4 mil · 250 votosR$ 17,5
- Jackson Getulio Consoli PSDBR$ 3,9 mil · 230 votosR$ 17
- Ivani Giacobbo Garaffa PSDBR$ 4,6 mil · 285 votosR$ 16
- Luiz Brombilla PPR$ 3,2 mil · 299 votosR$ 10,5
- Sargento Luís PDTR$ 3,7 mil · 389 votosR$ 9,51
- Professor Pitti PPR$ 2,3 mil · 261 votosR$ 8,99
- Busa PDTR$ 2,8 mil · 331 votosR$ 8,54
- Nelson Glowacki PSDBR$ 3,1 mil · 374 votosR$ 8,20
- Leandro Barros PDTR$ 5,3 mil · 685 votosR$ 7,73
- Dirceu Fontana PPR$ 2,3 mil · 320 votosR$ 7,26
- Leonir Bongiorno PPR$ 2,8 mil · 442 votosR$ 6,44
Votos por real
- 2016, vereador: 129 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 104 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.