Apuração
Vereador · 2016 · MDB

Leandrinho do Valter

Leandro Ferreira de Araujo Neto · nasceu em 1986

Leandrinho do Valter disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Motuca (SP)), pelo MDB: não eleito.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,32← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoMDB2016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, não eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 30 anos, ensino médio, empresário, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Motuca (SP)
    MDB 15555· centro-direita
    não eleito53 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Leandrinho do Valter declarou R$ 177,1 mil em bens, em reais de hoje: 7,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.

R$ 177,1 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 109.000 na declaração)

Declarou 7,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.

  • Leandrinho do ValterR$ 177,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 177,1 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Leandrinho do Valter declarou ao TSE R$ 4,9 mil em receitas, em reais de hoje.

2016 · Vereador · Motuca (SP) · MDB · não eleito

De onde veio

R$ 4.882
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.882.
  1. Próprio bolsoR$ 3.65574,9%
  2. Outros candidatosR$ 1.17924,1%
  3. PessoasR$ 491%

Para onde foi

R$ 4.882
O maior gasto foi com pessoal: 59% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.882.
  1. PessoalR$ 2.88259%
  2. ServiçosR$ 1.05221,6%
  3. TransporteR$ 64813,3%
  4. EscritórioR$ 1412,9%
  5. Material impressoR$ 1102,3%
  6. OutrosR$ 491%

Quanto custou cada voto: vereador, Motuca (SP), 2016

Leandrinho Do Valter: R$ 92,1 por voto (mediana da disputa, R$ 52,7). Quem venceu, Gabriel Do 3 Argola, gastou R$ 38,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 927; o mais barato, R$ 38,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Leandrinho Do Valter. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Maurão Do Burrão PVR$ 7,4 mil · 8 votosR$ 927
  • Sabia MDBR$ 8,7 mil · 30 votosR$ 290
  • Donizete Pereira DEMR$ 4,4 mil · 26 votosR$ 169
  • Betão PLR$ 13 mil · 127 votosR$ 104
  • Leandrinho Do Valter MDBR$ 4,9 mil · 53 votosR$ 92,1
  • Vera Falvo PDTR$ 6,9 mil · 119 votosR$ 58
  • Dani Do Ricardo REPUBLICANOSR$ 5,7 mil · 109 votosR$ 52,7
  • Neuza Rateiro PSDBR$ 4,2 mil · 92 votosR$ 46
  • Neu PVR$ 7,4 mil · 167 votosR$ 44,5
  • Alison PSBR$ 5,2 mil · 122 votosR$ 43
  • Tiquinho DEMR$ 4,2 mil · 104 votosR$ 40,6
  • Gabriel Do 3 Argola SOLIDARIEDADER$ 5,2 mil · 134 votosR$ 38,8

Votos por real

  • 2016, vereador: 11 votos por R$ 1.000, 68% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.