Lea da Saúde
Vanderlea Paulino · nasceu em 1967
Lea da Saúde se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleita em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2012.
Passou por 2 partidos: PRTB (2012), PL (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 48 anos, ensino médio, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Lea da Saúde declarou R$ 52 mil em bens, em reais de hoje: 1,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 145,2 mil, já descontada a inflação.
Declarou 1,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Lea da SaúdeR$ 52 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Lea da Saúde declarou ao TSE R$ 417 em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereadora: R$ 240, 100% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2016 · Vereadora · Santa Rita do Sapucaí (MG) · PL · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereadora, Santa Rita do Sapucaí (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 19,7 por voto. Quem venceu, Alexandre Labruna, gastou R$ 3,95 por voto. O voto mais caro custou R$ 70,6; o mais barato, R$ 3,95.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Jairo Do Bar PSDBR$ 4,8 mil · 68 votosR$ 70,6
- Fabiana Advogada MDBR$ 5,2 mil · 113 votosR$ 45,6
- Professor João Paulo PDTR$ 18 mil · 537 votosR$ 33,5
- Professor Aldo CIDADANIAR$ 14 mil · 447 votosR$ 31,4
- Cibele PLR$ 12 mil · 491 votosR$ 24,9
- Miguel Caputo AVANTER$ 20 mil · 997 votosR$ 20,1
- Marquinho - Tatinha DEMR$ 10 mil · 513 votosR$ 19,7
- Giácomo Do Vale Independente PSDR$ 6,1 mil · 316 votosR$ 19,2
- Professor Rinaldo CIDADANIAR$ 6,1 mil · 378 votosR$ 16
- Pastor Flávio CIDADANIAR$ 4,9 mil · 600 votosR$ 8,12
- Reinaldo Galinho PLR$ 5,4 mil · 670 votosR$ 8,09
- Alexandre Labruna PDTR$ 7,3 mil · 1.838 votosR$ 3,95
Votos por real
- 2016, vereadora: 273 votos por R$ 1.000, 4,9 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereadora: 447 votos por R$ 1.000, 8,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.