Lê Martins
Alexandro Dias Martins · nasceu em 1983
Lê Martins se candidatou em 3 eleições, de 2016 a 2024, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2020 e 2024.
Passou por 2 partidos: PROS (2016), MDB (2020–2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 41 anos, superior completo, servidor público municipal, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Lê Martins declarou R$ 618 mil em bens, em reais de hoje: 28 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2016 e 2024, o total subiu R$ 406,4 mil acima da inflação.
Declarou 28 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2024.
- Lê MartinsR$ 618 mil
- Mediana dos candidatosR$ 22,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 107,2 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 5 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- ImovelR$ 232 milCasa
- Imovel Parque São RobertoR$ 132,6 milCasa
- LoteR$ 104,9 milTerreno
- Imovel Campo LimpoR$ 82 milCasa
- VW Polo 2020R$ 66,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Lê Martins declarou ao TSE R$ 44 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para vereador: R$ 26 mil, 83% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Cajamar (SP) · MDB · eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Movimento Democratico Brasileiro - Brasil - Br - NacionalR$ 21,9 mil82,6%
- Pessoas4 pessoas, não nomeadasR$ 3.06511,6%
- Próprio bolsoR$ 1.5445,8%
Para onde foi
- Material impressoTudo de 34.655.121 Wilson Donizete SoaresR$ 14,4 mil67,9%
- Pessoal3 pessoas, não nomeadasR$ 3.18515,1%
- ServiçosTudo de Studio D Producao LtdaR$ 2.51611,9%
- OutrosR$ 1.0945,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Cajamar (SP), 2024
Lê Martins: R$ 17,8 por voto (mediana da disputa, R$ 37,6). O voto mais caro custou R$ 173; o mais barato, R$ 17,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Edson Bispo PTR$ 23 mil · 135 votosR$ 173
- Thais Menezes PTR$ 31 mil · 325 votosR$ 94
- Mané Do América PLR$ 87 mil · 990 votosR$ 88,4
- Tarcisio Do Mercado PSDR$ 53 mil · 1.036 votosR$ 51,3
- Adilson Aparecido REPUBLICANOSR$ 32 mil · 758 votosR$ 42,4
- Fabio Mantega UNIÃOR$ 27 mil · 683 votosR$ 39,8
- Lele Aprigio PPR$ 35 mil · 943 votosR$ 37,6
- João Victor PLR$ 19 mil · 505 votosR$ 37,5
- Reinaldo Santos MDBR$ 39 mil · 1.059 votosR$ 36,9
- Flávio Comajo PPR$ 36 mil · 1.336 votosR$ 27
- Adriano Tica REPUBLICANOSR$ 20 mil · 1.030 votosR$ 19,7
- Lê Martins MDBR$ 21 mil · 1.190 votosR$ 17,8
Votos por real
- 2024, vereador: 56 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2020, vereador: 746 votos por R$ 1.000, 15 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 51 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.