Apuração
Vice-prefeito · 2012 · PSB

Laury Villar

Laury de Souza Villar · nasceu em 1963

Laury Villar se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPSB−0,03← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PDT2008PSDB2010PSDB2012PSB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: PDT (2004), PSDB (2008–2010), PSB (2012).

Dep. estadualPrefeitoVice-prefeitoPartidoPDTPSDBPSB20042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2012, chapa eleita.

Declarou ao TSE em 2012: 49 anos, superior completo, agente administrativo. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vice-prefeito · Duque de Caxias (RJ)
    PSB 40· centro-esquerda
    Na chapa de Alexandre Cardoso
    chapa eleita154.903 votos da chapa, 34,0%; 2º turno, 51,5%
  2. 2010
    Deputado estadual · Rio de Janeiro
    PSDB 45645· centro-direita
    suplente27.150 votos; 73º mais votado de 1.514 no estado
  3. 2008
    Vice-prefeito · Duque de Caxias (RJ)
    PSDB 45· centro-direita
    Na chapa de Zito
    chapa eleita245.218 votos da chapa, 53,3%
  4. 2004
    PDT 12· centro-esquerda· na urna, Laury
    não eleito176.179 votos, 41,6%; 2º turno, 48,1%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Laury Villar teve 27.150 votos para deputado estadual, 0,3% dos votos válidos do estado: 73º lugar entre 1.514 candidatos.

Recebeu votos em 61 cidades. Duque de Caxias deu 85,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,9%.

27.150 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 27.150 votos.
  1. Duque de Caxias (RJ)23.112 votos85,1%
  2. Rio de Janeiro (RJ)1.771 votos6,5%
  3. Magé (RJ)607 votos2,2%
  4. São João de Meriti (RJ)479 votos1,8%
  5. Belford Roxo (RJ)358 votos1,3%
  6. Outras 46 cidades304 votos1,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Laury Villar declarou R$ 1,3 mi em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 278,2 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1,3 mi
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 612.547 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 1,3 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 11 itens declarados em 2012, do maior ao menor
  1. Edificio ocean driveR$ 328,7 mil
    Apartamento
  2. Cobertura - rua augusto dos ANJOS,263R$ 328,7 mil
    Apartamento
  3. 1/3 Apartamento no condominio ocean driveR$ 182,6 mil
    Apartamento
  4. Rua ana neriR$ 146,2 mil
    Terreno
  5. Banco bradescoR$ 132,7 mil
    Previdência VGBL
  6. Toyota corolla xei 1.8R$ 121,5 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  7. Pegeuot 206, ano 2005R$ 53,7 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  8. Banco bradesco agencia 1022R$ 22,9 mil
    Conta corrente no país
  9. Bradesco capitalização S/AR$ 14,5 mil
    Fundo de Investimento Imobiliário
  10. Bradesco vida e previdenciaR$ 9.140
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  11. Banco brasilR$ 1.735
    Conta corrente no país

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Laury Villar declarou ao TSE R$ 6 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 4,9 milhões.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2010 · Deputado estadual · Rio de Janeiro · PSDB · suplente

De onde veio

R$ 1,1 mi
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 56 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1,1 mi. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas56 pessoas, não nomeadasR$ 421,7 mil39,4%
  2. Próprio bolsoR$ 75,7 mil7,1%
  3. EmpresasR$ 49,4 mil4,6%

Para onde foi

R$ 1,1 mi
O maior gasto foi com pessoal: 32% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1,1 mi. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal99 pessoas, não nomeadasR$ 337,2 mil31,5%
  2. EscritórioR$ 247< 0,1%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Rio de Janeiro, 2010

Mediana da disputa: R$ 43,2 por voto. Quem venceu, Clarissa Garotinho, gastou R$ 14,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 107; o mais barato, R$ 14,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2010, deputado estadual: 25 votos por R$ 1.000, 36% da mediana da disputa.
  • 2004, prefeito: 33 votos por R$ 1.000, 86% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.