Lalo Monteiro
Dorival Monteiro do Amaral · nasceu em 1943
Lalo Monteiro se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 73 anos, até o fundamental, vendedor de comércio varejista e atacadista, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Lalo Monteiro declarou R$ 1,7 mi em bens, em reais de hoje: 4,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 4,1 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em São Paulo em 2016.
- Lalo MonteiroR$ 1,7 mi
- Mediana dos candidatosR$ 419,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 559,7 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 16 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Banco do brasil aplicação agronegocios LCAR$ 615,8 milOutras aplicações
- Dinheiro em poder do declaranteR$ 438,7 milDinheiro em espécie
- Novo corolla flex altis 2.0R$ 171,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Propriedade ruralR$ 130 milOutros bens imóveis rural
- Um lote de terrenoR$ 94,5 milTerreno
- ApartamentoR$ 65 milApartamento
- Veiculo marca chevrolet cruze lt ano 2015/2015R$ 61,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Veiculo marca chevroletR$ 54,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Um lote de terrenoR$ 53,8 milTerreno
- Parte de um predio e respectivo terrenoR$ 16,4 milOutros bens imóveis
- Banco do bradescoR$ 12,5 milConta corrente no país
- BB curto prazoR$ 8.617Renda fixa (CDB, RDB e outros)
- Banco itauR$ 3.764Caderneta de poupança
- BB curto prazo 50 milR$ 1.516Renda fixa (CDB, RDB e outros)
- Banco do brasilR$ 73Conta corrente no país
- Banco itau S/AR$ 16Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Lalo Monteiro declarou ao TSE R$ 392 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 231 mil.
Campanha a campanha
2016 · Prefeito · Santa Adélia (SP) · MDB · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 156,1 mil96,8%
- PessoasR$ 5.2143,2%
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeoTudo de Luciano Rogerio Vizicato 10024706841R$ 14,4 mil8,9%
- EscritórioR$ 3.1151,9%
- OutrosR$ 2430,2%
Quanto custou cada voto: prefeito, Santa Adélia (SP), 2016
Lalo Monteiro: R$ 63,6 por voto (mediana da disputa, R$ 26,7). Quem venceu, Guilherme, gastou R$ 26,7 por voto.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Lalo Monteiro. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Lalo Monteiro MDBR$ 161 mil · 2.535 votosR$ 63,6
- Guilherme DEMR$ 126 mil · 4.727 votosR$ 26,7
Votos por real
- 2016, prefeito: 16 votos por R$ 1.000, 59% da mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 20 votos por R$ 1.000, 21% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.