Guilherme
Guilherme Colombo da Silva · nasceu em 1985
Guilherme se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em todas.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2016 e 2020.
Sempre pelo DEM.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 35 anos, superior completo, prefeito, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Guilherme declarou R$ 3 mi em bens, em reais de hoje: 8,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2012 e 2020, o total subiu R$ 2,9 mi acima da inflação.
Declarou 8,6 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em São Paulo em 2020.
- GuilhermeR$ 3 mi
- Mediana dos candidatosR$ 348,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 400,1 mil
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Os 6 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- G. Colombo da Silva e Cia LtdaR$ 2,9 miQuotas ou quinhões de capital
- Caixa Econômica FederalR$ 52,6 milConta corrente no país
- Fundo de PrevidênciaR$ 23,5 milOutros fundos
- Banco Cooperativa do Brasil S/AR$ 11,6 milCaderneta de poupança
- Banco Bradesco S/A Ag: 1897-0R$ 4.482Renda fixa (CDB, RDB e outros)
- Quotas ou quinhões de capitalR$ 1.872Quotas ou quinhões de capital
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Guilherme declarou ao TSE R$ 282 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para prefeito: R$ 126 mil.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Santa Adélia (SP) · DEM · eleito
De onde veio
- Pessoas23 pessoas, não nomeadasR$ 92,7 mil74,8%
- Próprio bolsoR$ 17 mil13,8%
- Fundo eleitoralTudo de Progressistas - Sao Paulo - Sp - EstadualR$ 14,2 mil11,4%
Para onde foi
- Pessoal48 pessoas, não nomeadasR$ 13,6 mil11,6%
- InternetR$ 3.9633,4%
- EscritórioR$ 5140,4%
Quanto custou cada voto: prefeito, Santa Adélia (SP), 2020
Guilherme: R$ 27,8 por voto (mediana da disputa, R$ 27,8).
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Carla Formigoni PSDBR$ 179 mil · 4.010 votosR$ 44,7
- Guilherme DEMR$ 117 mil · 4.205 votosR$ 27,8
Votos por real
- 2020, prefeito: 36 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 38 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 64 votos por R$ 1.000, 84% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 32 votos por R$ 1.000, 66% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.