Apuração
Vereador · 2016 · MDB

Laerte

Laerte Lourenço · nasceu em 1984

Laerte disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Cordeirópolis (SP)), pelo MDB: eleito.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,32← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoMDB2016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 32 anos, ensino médio, supervisor, inspetor e agente de compras e vendas, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    MDB 15215· centro-direita
    eleito602 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Laerte declarou R$ 66,5 mil em bens, em reais de hoje: 2,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.

R$ 66,5 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 40.939 na declaração)

Declarou 2,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.

  • LaerteR$ 66,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 66,5 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Laerte declarou ao TSE R$ 7 mil em receitas, em reais de hoje.

2016 · Vereador · Cordeirópolis (SP) · MDB · eleito

De onde veio

R$ 6.964
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.964.
  1. Próprio bolsoR$ 3.72753,5%
  2. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 2.38034,2%
  3. PartidoTudo de Partido Do Movimento Democratico Brasileiro - Comissao ProvisoriaR$ 5337,6%
  4. Outros candidatosR$ 3244,7%

Para onde foi

R$ 6.841
O maior gasto foi com pessoal: 45% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.841. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal18 pessoas, não nomeadasR$ 3.07645%
  2. ServiçosR$ 5007,3%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 320,5%

Quanto custou cada voto: vereador, Cordeirópolis (SP), 2016

Mediana da disputa: R$ 52,6 por voto. Quem venceu, Antonio Lemão, gastou R$ 29,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 393; o mais barato, R$ 19,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Josias Panaggio MDBR$ 15 mil · 38 votosR$ 393
  • Leão REPUBLICANOSR$ 7,4 mil · 21 votosR$ 351
  • Coleta PHSR$ 12 mil · 99 votosR$ 123
  • Sergio Balthazar PTR$ 22 mil · 194 votosR$ 113
  • Luiz Silva MDBR$ 14 mil · 198 votosR$ 71,2
  • Alceu Guimarães CIDADANIAR$ 11 mil · 163 votosR$ 66,8
  • Paulinho Do Povo PDTR$ 8,2 mil · 156 votosR$ 52,6
  • Tião Dutra PTR$ 8,3 mil · 166 votosR$ 50,2
  • Marco Gomes PDTR$ 7,3 mil · 194 votosR$ 37,5
  • Nivaldo Menezes PDTR$ 6,9 mil · 204 votosR$ 34
  • Antonio Lemão PTR$ 8,2 mil · 279 votosR$ 29,4
  • Biela PTBR$ 8,2 mil · 428 votosR$ 19,1

Votos por real

  • 2016, vereador: 88 votos por R$ 1.000, 4,6 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.