Laércio Passos
José Laércio Passos Júnior · nasceu em 1965
Laércio Passos se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 2.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004 e 2012.
Passou por 4 partidos: MDB (2004), PSD (2012), PSC (2016), PT (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 55 anos, superior incompleto, pecuarista, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Laércio Passos declarou R$ 1,4 mi em bens, em reais de hoje: 5,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Sergipe. Entre 2012 e 2020, o total caiu R$ 337,8 mil, já descontada a inflação.
Declarou 5,3 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em Sergipe em 2020.
- Laércio PassosR$ 1,4 mi
- Mediana dos candidatosR$ 270,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 193,9 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 13 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Casa edificada na esquina da rua da independencia com a…R$ 287,3 milCasa
- Casa edificada no endereço do contribuinte medindo 12X30R$ 287,3 milCasa
- 76 Cabecas de gado bovino e 02 equinosR$ 179,6 milRebanho e animais
- Imovel rural denominado fazenda maracuja IIR$ 93,4 milOutros bens imóveis rural
- Imovel rural denominado fazenda maracuja iR$ 93,4 milOutros bens imóveis rural
- Imovel rural denominado fazenda maracuja IIIR$ 93,4 milOutros bens imóveis rural
- Imovel rural denominado fazenda maracuja IVR$ 93,4 milOutros bens imóveis rural
- Imovel rural denominado fazenda maracuja vR$ 93,4 milOutros bens imóveis rural
- Imovel rural denominado fazenda maracuja iR$ 43,1 milOutros bens imóveis rural
- Imovel rural denominado fazenda maracuja IIR$ 43,1 milOutros bens imóveis rural
- Imovel rural denominado fazenda maracuja IIIR$ 43,1 milOutros bens imóveis rural
- Imovel rural denominado fazenda maracuja IVR$ 43,1 milOutros bens imóveis rural
- Imovel rural denominado fazenda maracuja vR$ 43,1 milOutros bens imóveis rural
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Laércio Passos declarou ao TSE R$ 940 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 537 mil.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Rosário do Catete (SE) · PT · não eleito
De onde veio
- Pessoas5 pessoas, não nomeadasR$ 8.63310%
- Fundo partidárioTudo de Diretorio Estadual Do Partido Dos Trabalhadores SeR$ 5.1205,9%
- Próprio bolsoR$ 18< 0,1%
Para onde foi
- OutrosR$ 4.2464,2%
- EscritórioR$ 7220,7%
Quanto custou cada voto: prefeito, Rosário do Catete (SE), 2020
Laércio Passos: R$ 47,4 por voto (mediana da disputa, R$ 47,4). Quem venceu, César Resende, gastou R$ 47,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 176; o mais barato, R$ 47,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Laércio Passos. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Vino DEMR$ 172 mil · 978 votosR$ 176
- Laércio Passos PTR$ 100 mil · 2.109 votosR$ 47,4
- César Resende PDTR$ 176 mil · 3.733 votosR$ 47,1
Votos por real
- 2020, prefeito: 21 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 8,1 votos por R$ 1.000, 30% da mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 22 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 6,9 votos por R$ 1.000.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.