Apuração
Deputado estadual · 2018 · PHS

Kilson Ribeiro

Carlos Kilson Maia Ribeiro · nasceu em 1989

Kilson Ribeiro disputou uma eleição, em 2018, para deputado estadual (Acre), pelo PHS: suplente.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPHS+0,39← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. estadualPartidoPHS2018
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2018, suplente.

Declarou ao TSE em 2018: 29 anos, superior incompleto, empresário, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado estadual · Acre
    PHS 31000· centro-direita
    suplente1.353 votos; 78º mais votado de 436 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Kilson Ribeiro teve 1.353 votos para deputado estadual, 0,3% dos votos válidos do estado: 78º lugar entre 436 candidatos.

Recebeu votos em 18 cidades. Rio Branco deu 43,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,8%.

1.353 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 1.353 votos.
  1. Rio Branco (AC)594 votos43,9%
  2. Senador Guiomard (AC)396 votos29,3%
  3. Capixaba (AC)101 votos7,5%
  4. Plácido de Castro (AC)72 votos5,3%
  5. Cruzeiro do Sul (AC)46 votos3,4%
  6. Outras 3 cidades3 votos0,2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Kilson Ribeiro declarou R$ 121,8 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 121,8 mil
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 80.000 na declaração)

Mais da metade (52%) dos candidatos a deputado estadual no Acre não declarou nenhum bem em 2018.

Cada quadrado é 1% de R$ 121,8 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2018, Kilson Ribeiro declarou ao TSE R$ 22 mil em receitas, em reais de hoje, 5,9% de dinheiro público.

2018 · Deputado estadual · Acre · PHS · suplente

De onde veio

R$ 22,3 mil
5,9% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 22,3 mil.
  1. Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 19,2 mil86%
  2. PartidoTudo de Partido Humanista Da SolidariedadeR$ 1.7998,1%
  3. Fundo eleitoralTudo de Partido Humanista Da SolidariedadeR$ 1.3255,9%

Para onde foi

R$ 19 mil
O maior gasto foi com transporte: 54% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 19 mil.
  1. TransporteTudo de Auto Posto Aeroporto LtdaR$ 10,2 mil53,6%
  2. Material impressoTudo de Cipriani Cipriani Ltda.R$ 8.81446,3%
  3. EscritórioR$ 210,1%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Acre, 2018

Mediana da disputa: R$ 58,7 por voto. Quem venceu, Gerlen Diniz, gastou R$ 26,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 60.356; o mais barato, R$ 26,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado estadual: 71 votos por R$ 1.000, 3,7 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.