Juvenal
Juvenal Januário da Silva · nasceu em 1964
Juvenal se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Passou por 3 partidos: PSB (2008–2012), PDT (2016), REDE (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 56 anos, superior completo, servidor público civil aposentado, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Juvenal declarou R$ 88,3 mil em bens, em reais de hoje: 12 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 46 mil acima da inflação.
Declarou 12 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2020.
- JuvenalR$ 88,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 7.182
- Mediana dos eleitosR$ 90,5 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Os 7 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Uma casa construida no terreno denominado stio sonhem…R$ 25,9 milCasa
- Um terreno denominado sitio cerquinha com 26R$ 21,5 milTerra nua
- Um veiculo fiat uno 1.0 ano 199/2000 placa CSJ5907…R$ 11,8 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Benfeitorias no terreno denominado sitio sonhem com 2 ha…R$ 10,1 milBenfeitorias
- Uma casa e um lote situado no povoado de mulunguR$ 9.624Casa
- Dinheiro em especieR$ 7.901Dinheiro em espécie
- Um terreno denominado sitio sonhem com 2HA situado no…R$ 1.580Terra nua
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Juvenal declarou ao TSE R$ 18 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 7,2 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Boninal (BA) · REDE · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.69864,5%
- PessoasR$ 93435,5%
Para onde foi
- ServiçosR$ 1.41560,5%
- Material impressoR$ 92639,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Boninal (BA), 2020
Juvenal: R$ 12,7 por voto (mediana da disputa, R$ 12,7). Quem venceu, Zaf, gastou R$ 4,96 por voto. O voto mais caro custou R$ 32,9; o mais barato, R$ 4,96.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Juvenal. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Roberto REDER$ 2,1 mil · 64 votosR$ 32,9
- Mary De Juca REDER$ 5,6 mil · 179 votosR$ 31,1
- Natal PTR$ 3 mil · 129 votosR$ 23
- João Buriti PTR$ 2,8 mil · 159 votosR$ 17,8
- Fabiana PTR$ 2,8 mil · 214 votosR$ 12,9
- Júnior PTR$ 3 mil · 235 votosR$ 12,7
- Juvenal REDER$ 2,3 mil · 185 votosR$ 12,7
- Tavim PTR$ 2,5 mil · 287 votosR$ 8,88
- Márcio Paiva PTR$ 2,1 mil · 250 votosR$ 8,21
- Flávio REDER$ 2,5 mil · 312 votosR$ 7,94
- Toia REDER$ 2,7 mil · 373 votosR$ 7,29
- Zaf PPR$ 2,1 mil · 425 votosR$ 4,96
Votos por real
- 2020, vereador: 79 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 33 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 81% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 102 votos por R$ 1.000, 3,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.