Junior Borges
Antonio Borges Leal Filho · nasceu em 1968
Junior Borges se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Sempre pelo PDT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 40 anos, superior completo, vereador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2006Deputado estadual · GoiásPDT 12800· centro-esquerdasuplente1.493 votos; 241º mais votado de 473 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Junior Borges teve 1.493 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 241º lugar entre 473 candidatos.
Recebeu votos em 57 cidades. Porangatu deu 58,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 92,7%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Junior Borges declarou R$ 16,2 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2008, o total caiu R$ 295,5 mil, já descontada a inflação.
Declarou 24% da mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2008.
- Junior BorgesR$ 16,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 67,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 129,4 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Junior Borges declarou ao TSE R$ 292 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 210 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Porangatu (GO) · PDT · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 22,6 mil54,2%
- Próprio bolsoR$ 17,4 mil41,8%
- Outros candidatosR$ 1.6494%
Para onde foi
- OutrosR$ 28,2 mil67,8%
- PessoalR$ 6.65316%
- Material impressoR$ 4.85711,7%
- TransporteR$ 9292,2%
- EventosR$ 8942,1%
- EscritórioR$ 540,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Porangatu (GO), 2008
Junior Borges: R$ 55,4 por voto (mediana da disputa, R$ 55,4). Quem venceu, Odair Amorim, gastou R$ 19,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 375; o mais barato, R$ 19,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Junior Borges. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Luiz Do Gote Filho PTBR$ 299 mil · 797 votosR$ 375
- Moacir Rufino PTBR$ 65 mil · 221 votosR$ 292
- Dema PPR$ 39 mil · 462 votosR$ 85,5
- Dirce PSDBR$ 74 mil · 904 votosR$ 81,5
- Vivaldo Do Banco Do Povo PSBR$ 29 mil · 360 votosR$ 80
- Max Da Dramac PSBR$ 24 mil · 302 votosR$ 78
- Junior Borges PDTR$ 42 mil · 751 votosR$ 55,4
- Deulene Da Caixa PTBR$ 21 mil · 393 votosR$ 54,4
- Genilto PSBR$ 22 mil · 479 votosR$ 45
- Professor Angelo CIDADANIAR$ 32 mil · 805 votosR$ 39,4
- Valdeir Simões PSDBR$ 21 mil · 661 votosR$ 32,2
- Odair Amorim PSCR$ 28 mil · 1.485 votosR$ 19,1
Votos por real
- 2008, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 55% da mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 7,1 votos por R$ 1.000, 17% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 29% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.