Apuração
Vereador · 2008 · PSDB

Junior

Luiz Antonio da Silva Junior · nasceu em 1980

Junior disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Euclides da Cunha Paulista (SP)), pelo PSDB: eleito.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,20← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPSDB2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 27 anos, superior completo, comerciante. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    PSDB 45888· centro-direita
    eleito226 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Junior declarou R$ 80,9 mil em bens, em reais de hoje: 1,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.

R$ 80,9 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 30.000 na declaração)

Declarou 1,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.

  • JuniorR$ 80,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 80,9 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Junior declarou ao TSE R$ 6,6 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Euclides da Cunha Paulista (SP) · PSDB · eleito

De onde veio

R$ 6.560
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.560. Toque numa parte para abrir.
  1. Próprio bolsoR$ 2.67740,8%
  2. Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 1.75426,7%
  3. PartidoR$ 1472,2%

Para onde foi

R$ 6.560
O maior gasto foi com outros: 59% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.560. Toque numa parte para abrir.
  1. Transporte1 pessoas, não nomeadasR$ 2.14232,7%
  2. Material impresso1 pessoas, não nomeadasR$ 5358,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Euclides da Cunha Paulista (SP), 2008

Junior: R$ 29 por voto (mediana da disputa, R$ 31,5). Quem venceu, Dr Henrique, gastou R$ 15,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 293; o mais barato, R$ 15,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Junior. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela
  • Toneu CIDADANIAR$ 4,1 mil · 14 votosR$ 293
  • Moises Do Sindicato DCR$ 5,1 mil · 26 votosR$ 197
  • Ze Do Taxi PSBR$ 4,8 mil · 51 votosR$ 93,2
  • Roberto Do Parati PPR$ 8,8 mil · 186 votosR$ 47,1
  • Gleyson PSDBR$ 3,7 mil · 81 votosR$ 45,1
  • Binho PTBR$ 4,1 mil · 131 votosR$ 31,5
  • Ze Roberto Do Itesp PDTR$ 3,1 mil · 103 votosR$ 30,2
  • Junior PSDBR$ 6,6 mil · 226 votosR$ 29
  • Joao Fagundes DEMR$ 3,4 mil · 152 votosR$ 22,2
  • Claudinho PVR$ 3,4 mil · 167 votosR$ 20,3
  • Dr Henrique PTBR$ 3,5 mil · 231 votosR$ 15,3

Votos por real

  • 2008, vereador: 34 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.