Juninho
Deuzemi de Oliveira Junior · nasceu em 1988
Juninho se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Sempre pelo PDT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 28 anos, até o fundamental, vereador, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Juninho declarou R$ 118,1 mil em bens, em reais de hoje: 4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 65,5 mil acima da inflação.
Declarou 4 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- JuninhoR$ 118,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 6 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Um automovel vw/gol track mbR$ 45,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Um ford focus 1.6 2007/2008R$ 32,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Um fiat fiorino ieR$ 17,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- 30% De seus proventos como vereadorR$ 9.212Dinheiro em espécie
- Uma motocicleta honda NXR150 bros mix ES ano 2010/2010R$ 8.123Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- 10% De seus rendimentos tributaveisR$ 4.874Dinheiro em espécie
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Juninho declarou ao TSE R$ 26 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 14 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Capitão Andrade (MG) · PDT · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 9.23464,6%
- PessoasR$ 4.90634,3%
- Outros candidatosR$ 1621,1%
Para onde foi
- PessoalR$ 8.42058,9%
- TransporteR$ 3.95627,7%
- Material impressoR$ 1.3129,2%
- Rádio, TV e vídeoR$ 4052,8%
- ServiçosR$ 1621,1%
- EscritórioR$ 470,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Capitão Andrade (MG), 2016
Juninho: R$ 113 por voto (mediana da disputa, R$ 71,4). Quem venceu, Faustao, gastou R$ 34,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 293; o mais barato, R$ 34,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Juninho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Bastiao Telvino PSCR$ 8,2 mil · 28 votosR$ 293
- Carminha Professora MDBR$ 16 mil · 73 votosR$ 218
- Pastor Willian REPUBLICANOSR$ 9,2 mil · 56 votosR$ 165
- Nicodemos SOLIDARIEDADER$ 9,8 mil · 73 votosR$ 134
- Juninho PDTR$ 14 mil · 126 votosR$ 113
- Eliana Do Abelirio PHSR$ 8 mil · 91 votosR$ 87,5
- Pedrinho Pernambuco DEMR$ 13 mil · 183 votosR$ 71,4
- Fia Do Aníbal PPR$ 7,3 mil · 143 votosR$ 51,2
- Lú Do Ônibus PDTR$ 8,6 mil · 192 votosR$ 44,9
- Egmar Do Josias PDTR$ 7,4 mil · 167 votosR$ 44,4
- Durico MDBR$ 7,4 mil · 170 votosR$ 43,4
- Faustao PSDR$ 7,7 mil · 220 votosR$ 34,9
Votos por real
- 2016, vereador: 8,8 votos por R$ 1.000, 63% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 13 votos por R$ 1.000, 84% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.