Apuração
Vice-prefeito · 2012 · DEM

Juninho

Willi Arnaldo Kaizer Junior · nasceu em 1973

Juninho se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoDEM+0,13← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PT2008PT2012DEM← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Passou por 2 partidos: PT (2004–2008), DEM (2012).

Vice-prefeitoVereadorPartidoPTDEM20042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2012, chapa eleita.

Declarou ao TSE em 2012: 39 anos, até o fundamental, produtor agropecuário. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vice-prefeito · Chalé (MG)
    DEM 25· direita
    Na chapa de Elmir
    chapa eleita2.380 votos da chapa, 59,9%
  2. 2008
    Vice-prefeito · Chalé (MG)
    PT 25· centro-esquerda· na urna, Juninho do Willizinho
    Na chapa de Elmir
    chapa eleita2.241 votos da chapa, 59,5%
  3. 2004
    Vereador · Chalé (MG)
    PT 13610· centro-esquerda· na urna, Junin do Vilizim
    eleito172 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Juninho declarou R$ 83,3 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 196,6 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.
R$ 83,3 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 38.000 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 83,3 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2004, Juninho declarou ao TSE R$ 4,4 mil em receitas, em reais de hoje.

2004 · Vereador · Chalé (MG) · PT · eleito

De onde veio

R$ 4.415
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.415.
  1. Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 3.42177,5%
  2. PartidoTudo de Comitê Financeiro Municipal ÚnicoR$ 99422,5%

Para onde foi

R$ 4.415
O maior gasto foi com escritório: 44% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.415.
  1. EscritórioR$ 1.95544,3%
  2. Material impressoR$ 1.75939,9%
  3. TransporteR$ 70015,9%

Quanto custou cada voto: vereador, Chalé (MG), 2004

Junin Do Vilizim: R$ 25,7 por voto (mediana da disputa, R$ 8,98). Quem venceu, Alaor, gastou R$ 4,03 por voto. O voto mais caro custou R$ 32,8; o mais barato, R$ 4,03.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Junin Do Vilizim. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, vereador: 39 votos por R$ 1.000, 48% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.