Julio Flores
Julio Cesar Leirias Flores · nasceu em 1959
Julio Flores se candidatou em 10 eleições, de 2002 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PSTU.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 61 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2018
- 2016
- 2014
- 2012
- 2010
- 2008
- 2006Deputado estadual · Rio Grande do SulPSTU 16600· esquerdanão eleito10.242 votos; 159º mais votado de 486 no estado
- 2004
- 2002
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Julio Flores teve 10.242 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 159º lugar entre 486 candidatos.
Recebeu votos em 239 cidades. Porto Alegre deu 57,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 84,0%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Julio Flores declarou R$ 86,2 mil em bens, em reais de hoje. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2006 e 2020.
Declarou 18% da mediana dos candidatos a prefeito no Rio Grande do Sul em 2020.
- Julio FloresR$ 86,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 489,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 574,6 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 8 campanhas com contas prestadas, Julio Flores declarou ao TSE R$ 193 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para governador: R$ 55 mil, 80% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Porto Alegre (RS) · PSTU · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Partido Socialista Dos Trabalhadores Unificado PstuR$ 15,4 mil61%
- Pessoas5 pessoas, não nomeadasR$ 4.50017,8%
- VaquinhaTudo de Genial Ideias E Solucoes LtdaR$ 3.18412,6%
- PartidoR$ 7473%
Para onde foi
- EscritórioR$ 3551,8%
Quanto custou cada voto: prefeito, Porto Alegre (RS), 2020
Julio Flores: R$ 23,2 por voto (mediana da disputa, R$ 45,8). Quem venceu, Sebastião Melo, gastou R$ 23,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 253; o mais barato, R$ 23,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Julio Flores. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Gustavo Paim PPR$ 2 milhões · 7.989 votosR$ 253
- Rodrigo Maroni PROSR$ 685 mil · 3.314 votosR$ 207
- Juliana Brizola PDTR$ 3,8 milhões · 41.407 votosR$ 92,2
- Fernanda Melchionna PSOLR$ 1,7 milhão · 27.994 votosR$ 61
- Montserrat Martins PVR$ 72 mil · 1.415 votosR$ 51,1
- Nelson Marchezan Júnior PSDBR$ 6,2 milhões · 136.063 votosR$ 45,8
- Manuela PC do BR$ 7,4 milhões · 187.262 votosR$ 39,6
- Valter PSDR$ 740 mil · 20.033 votosR$ 37
- João Derly REPUBLICANOSR$ 507 mil · 19.004 votosR$ 26,7
- Sebastião Melo MDBR$ 4,8 milhões · 200.280 votosR$ 23,9
- Julio Flores PSTUR$ 20 mil · 852 votosR$ 23,2
Votos por real
- 2020, prefeito: 43 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
- 2018, governador: 173 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 120 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2014, senador: 1.425 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.