Júlio Alencar
Júlio Cesar Félix de Alencar · nasceu em 1965
Júlio Alencar se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: REDE (2016), PC do B (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 55 anos, ensino médio, servidor público municipal, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Júlio Alencar declarou R$ 140,8 mil em bens, em reais de hoje: 21 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Maranhão. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 103,4 mil acima da inflação.
Declarou 21 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Maranhão em 2020.
- Júlio AlencarR$ 140,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 6.751
- Mediana dos eleitosR$ 71,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Júlio Alencar declarou ao TSE R$ 2,1 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereador · Timbiras (MA) · REDE · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 1.58573,9%
- Outros candidatosR$ 55926,1%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.47768,9%
- ServiçosR$ 64830,2%
- EscritórioR$ 190,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Timbiras (MA), 2016
Mediana da disputa: R$ 34,9 por voto. Quem venceu, Rute Frozino, gastou R$ 17,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 172; o mais barato, R$ 17,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Jackson Freitas PSCR$ 5,3 mil · 31 votosR$ 172
- Dedé PTBR$ 10 mil · 61 votosR$ 167
- Anderson Monroe PDTR$ 13 mil · 182 votosR$ 71,2
- Zé Mário PSDBR$ 5,3 mil · 104 votosR$ 51,4
- Bruna Alvim PROSR$ 12 mil · 247 votosR$ 49,5
- Nato Sales DEMR$ 9,5 mil · 261 votosR$ 36,3
- Prof. Junão PVR$ 11 mil · 328 votosR$ 34,9
- Alex Rocha PDTR$ 9,3 mil · 278 votosR$ 33,3
- Chiquim Inacio MOBILIZAR$ 5,3 mil · 249 votosR$ 21,5
- Vilson Vieira PSDR$ 6,6 mil · 314 votosR$ 20,9
- Professor Manoel CIDADANIAR$ 7,7 mil · 434 votosR$ 17,7
- Rute Frozino PSDBR$ 6,1 mil · 351 votosR$ 17,3
Votos por real
- 2016, vereador: 118 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.