Chiquim Inacio
Francisco Inacio da Silva · nasceu em 1966
Chiquim Inacio se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSL (2012), MOBILIZA (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 50 anos, ensino médio, servidor público municipal, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Chiquim Inacio declarou R$ 134,9 mil em bens, em reais de hoje: 5,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Maranhão.
Declarou 5,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Maranhão em 2016.
- Chiquim InacioR$ 134,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Chiquim Inacio declarou ao TSE R$ 5,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 5,3 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Timbiras (MA) · MOBILIZA · suplente
De onde veio
Para onde foi
- ServiçosR$ 4.85890,9%
- Rádio, TV e vídeoR$ 4869,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Timbiras (MA), 2016
Chiquim Inacio: R$ 21,5 por voto (mediana da disputa, R$ 34,9). Quem venceu, Rute Frozino, gastou R$ 17,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 172; o mais barato, R$ 17,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Chiquim Inacio. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Jackson Freitas PSCR$ 5,3 mil · 31 votosR$ 172
- Dedé PTBR$ 10 mil · 61 votosR$ 167
- Anderson Monroe PDTR$ 13 mil · 182 votosR$ 71,2
- Zé Mário PSDBR$ 5,3 mil · 104 votosR$ 51,4
- Bruna Alvim PROSR$ 12 mil · 247 votosR$ 49,5
- Nato Sales DEMR$ 9,5 mil · 261 votosR$ 36,3
- Prof. Junão PVR$ 11 mil · 328 votosR$ 34,9
- Alex Rocha PDTR$ 9,3 mil · 278 votosR$ 33,3
- Chiquim Inacio MOBILIZAR$ 5,3 mil · 249 votosR$ 21,5
- Vilson Vieira PSDR$ 6,6 mil · 314 votosR$ 20,9
- Professor Manoel CIDADANIAR$ 7,7 mil · 434 votosR$ 17,7
- Rute Frozino PSDBR$ 6,1 mil · 351 votosR$ 17,3
Votos por real
- 2016, vereador: 47 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 237 votos por R$ 1.000, 3,4 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.