Júlio
Júlio Cesar Schmidt · nasceu em 1968
Júlio se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Sempre pelo PTB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 52 anos, ensino médio, motorista de veículos de transporte de carga, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Júlio declarou R$ 258,6 mil em bens, em reais de hoje: 4,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2016 e 2020, o total caiu R$ 33,9 mil, já descontada a inflação.
Declarou 4,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- JúlioR$ 258,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Júlio declarou ao TSE R$ 7,7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 5,7 mil, 1,7% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Maratá (RS) · PTB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 89976%
- PessoasR$ 28324%
Para onde foi
- ServiçosR$ 54572%
- TransporteR$ 21228%
Quanto custou cada voto: vereador, Maratá (RS), 2020
Júlio: R$ 8,80 por voto (mediana da disputa, R$ 11,2). Quem venceu, Clarine Pittelkow Luft, gastou R$ 4,32 por voto. O voto mais caro custou R$ 94,8; o mais barato, R$ 4,32.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Júlio. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Irondina Da Luz PSDBR$ 948 · 10 votosR$ 94,8
- Barreto PSDR$ 920 · 25 votosR$ 36,8
- Claudia Röder REPUBLICANOSR$ 686 · 48 votosR$ 14,3
- Nairo Bilhar PTBR$ 1,5 mil · 113 votosR$ 13,4
- Celso Ferreira PSDBR$ 862 · 69 votosR$ 12,5
- Lui Stein PSDBR$ 1,1 mil · 100 votosR$ 11,3
- Maico Schmitt PSDR$ 1,8 mil · 158 votosR$ 11,2
- Júlio PTBR$ 757 · 86 votosR$ 8,80
- Souza PSDBR$ 894 · 123 votosR$ 7,27
- Diego Schu PSDR$ 920 · 181 votosR$ 5,08
- Beto PTBR$ 1 mil · 210 votosR$ 4,99
- Clarine Pittelkow Luft PSDR$ 821 · 190 votosR$ 4,32
Votos por real
- 2020, vereador: 86 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 119 votos por R$ 1.000, 3,4 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.