Apuração
Deputado estadual · 2018 · MDB

Juliano Abe

Juliano Jun Abe · nasceu em 1978

Juliano Abe se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2018, e foi eleito em 1.

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Direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,41← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012PSD2016PSD2018MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.

Passou por 2 partidos: PSD (2012–2016), MDB (2018).

Dep. estadualVice-prefeitoVereadorPartidoPSDMDB2012201420162018
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2018, suplente.

Declarou ao TSE em 2018: 40 anos, superior completo, advogado, cor branca. A cor declarada mudou: amarela em 2016, branca em 2018. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado estadual · São Paulo
    MDB 15555· direita
    suplente19.260 votos; 227º mais votado de 1.959 no estado
  2. 2016
    Vice-prefeito · Mogi das Cruzes (SP)
    PSD 45· direita
    Na chapa de Marcus Melo
    chapa eleita129.763 votos da chapa, 64,3%
  3. 2012
    PSD 55555· direita
    eleito5.923 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Juliano Abe teve 19.260 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 227º lugar entre 1.959 candidatos.

Recebeu votos em 319 cidades. Mogi das Cruzes deu 53,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 86,5%.

19.260 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 19.260 votos.
  1. Mogi das Cruzes (SP)10.296 votos53,5%
  2. São Paulo (SP)2.462 votos12,8%
  3. Suzano (SP)1.344 votos7%
  4. Ferraz de Vasconcelos (SP)599 votos3,1%
  5. Tupã (SP)271 votos1,4%
  6. Outras 304 cidades2.605 votos13,5%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Juliano Abe declarou R$ 795,7 mil em bens, em reais de hoje: 18 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2012 e 2018, o total caiu R$ 1,4 mi, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 100 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 795,7 mil
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 522.823 na declaração)

Declarou 18 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em São Paulo em 2018.

  • Juliano AbeR$ 795,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 44,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 969,5 mil

Cada quadrado, R$ 25 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 795,7 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 9 itens declarados em 2018, do maior ao menor
  1. 50% de 2 glebas de terra em Mogi das CruzesR$ 304,4 mil
    Terreno rural
  2. banco do brasil renda fixa curto prazoR$ 122 mil
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  3. numerário em poder do declaranteR$ 91,3 mil
    Dinheiro em espécie
  4. banco do brasil rf ref premiumR$ 88,8 mil
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  5. estufa agrícola modelo poly horti 6.4 stdR$ 75,4 mil
    Outros bens móveis
  6. Chevrolet Montana LSR$ 51,7 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  7. banco do brasil mm pl multiest esR$ 39,4 mil
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  8. conta corrente banco satanderR$ 22,2 mil
    Conta corrente no país
  9. conta corrente banco do brasilR$ 373
    Conta corrente no país

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Juliano Abe declarou ao TSE R$ 748 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 410 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Deputado estadual · São Paulo · MDB · suplente

De onde veio

R$ 338,1 mil
1,7% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 338,1 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Próprio bolsoR$ 64,8 mil19,2%
  2. Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 19,6 mil5,8%

Para onde foi

R$ 84,4 mil
O maior gasto foi com internet: 45% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 84,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. TransporteR$ 1.1221,3%
  2. EscritórioR$ 6360,8%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, São Paulo, 2018

Mediana da disputa: R$ 27 por voto. Quem venceu, Daniel José, gastou R$ 8,20 por voto. O voto mais caro custou R$ 194; o mais barato, R$ 8,20.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado estadual: 228 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 14 votos por R$ 1.000, 64% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.