Judite Maria
Judite Maria Coimbra Abreu · nasceu em 1966
Judite Maria se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleita em 3.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2012, 2016 e 2020.
Passou por 3 partidos: DEM (2004–2006), MDB (2012–2016), PL (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2020, eleita.
Declarou ao TSE em 2020: 53 anos, superior completo, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2006
- 2004Vice-prefeita · Pindaré-Mirim (MA)DEM 11· direitaNa chapa de Henrique Salgadochapa eleita8.023 votos da chapa, 55,4%
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Judite Maria teve 90 votos para deputada estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 348º lugar entre 372 candidatos.
Recebeu votos em 42 cidades. Anajatuba deu 12,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 70,0%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Judite Maria declarou R$ 560,2 mil em bens, em reais de hoje: 83 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Maranhão. Entre 2006 e 2020, o total subiu R$ 247,1 mil acima da inflação.
Declarou 83 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Maranhão em 2020.
- Judite MariaR$ 560,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 6.751
- Mediana dos eleitosR$ 71,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Judite Maria declarou ao TSE R$ 181 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereadora: R$ 118 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereadora · Pindaré-Mirim (MA) · PL · eleita
De onde veio
Para onde foi
- Pessoal57 pessoas, não nomeadasR$ 23,9 mil44,5%
- Material impressoTudo de E M Sousa Servico GraficosR$ 6.65112,4%
- OutrosR$ 1.6983,2%
- EscritórioR$ 2670,5%
Quanto custou cada voto: vereadora, Pindaré-Mirim (MA), 2020
Judite Maria: R$ 89,2 por voto (mediana da disputa, R$ 50,1). Quem venceu, Neném Amorim, gastou R$ 12,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 267; o mais barato, R$ 12,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Judite Maria. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Fogoió PLR$ 14 mil · 53 votosR$ 267
- Professor Roberto Costa PSDBR$ 12 mil · 79 votosR$ 156
- Professor Chesman PLR$ 55 mil · 410 votosR$ 135
- Judite Maria PLR$ 54 mil · 603 votosR$ 89,2
- Mocinha PLR$ 28 mil · 465 votosR$ 60,9
- Keissiany De Areias PLR$ 40 mil · 659 votosR$ 60,1
- Concita PLR$ 11 mil · 226 votosR$ 50,1
- Netinho PLR$ 14 mil · 330 votosR$ 42,9
- Alberto Lulu PLR$ 11 mil · 586 votosR$ 19,3
- Caçula Muniz PSDBR$ 18 mil · 1.142 votosR$ 16,2
- Luis De Areias PSDBR$ 14 mil · 973 votosR$ 14,3
- Neném Amorim PSDBR$ 11 mil · 872 votosR$ 12,7
Votos por real
- 2020, vereadora: 11 votos por R$ 1.000, 32% da mediana da disputa.
- 2016, vereadora: 71 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereadora: 7,2 votos por R$ 1.000, 18% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.