Apuração
Prefeito · 2008 · PSOL

José Valro

Jose Valro Cavalcante · nasceu em 1945

José Valro disputou uma eleição, em 2008, para prefeito (Calçoene (AP)), pelo PSOL: não eleito.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSOL−0,87← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

PrefeitoPartidoPSOL2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2008, não eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 63 anos, ensino médio, comerciante. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Prefeito · Calçoene (AP)
    PSOL 50· esquerda
    não eleito612 votos, 12,7%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, José Valro declarou R$ 720,8 mil em bens, em reais de hoje: 2,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Amapá.

R$ 720,8 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 267.311 na declaração)

Declarou 2,7 vezes a mediana dos candidatos a prefeito no Amapá em 2008.

  • José ValroR$ 720,8 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 269,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 431,4 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 720,8 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 7 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. Um galpão na cidade de macapáR$ 193,5 mil
    Imóveis
  2. Uma casa residencialR$ 168,9 mil
    Imóveis
  3. Casa sitio na cidade de fortalezaR$ 151,9 mil
    Bens rurais e animais
  4. Terreno com 100 hectares em goiabalR$ 97,7 mil
    Bens rurais e animais
  5. Casa residencial em calçoeneR$ 57,7 mil
    Imóveis
  6. Um terreno no cearaR$ 32,4 mil
    Imóveis
  7. Terreno no distrito industrialR$ 18,9 mil
    Imóveis

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, José Valro declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Prefeito · Calçoene (AP) · PSOL · não eleito

De onde veio

R$ 10,6 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 10,6 mil.
  1. Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 6.59262,1%
  2. Próprio bolsoR$ 4.01637,9%

Para onde foi

R$ 10,6 mil
O maior gasto foi com material impresso: 68% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 10,6 mil.
  1. Material impressoTudo de M. R. Com. E Serviços Ltda - MeR$ 7.22968,4%
  2. Outros2 pessoas, não nomeadasR$ 3.24530,7%
  3. EscritórioR$ 910,9%

Quanto custou cada voto: prefeito, Calçoene (AP), 2008

José Valro: R$ 17,3 por voto (mediana da disputa, R$ 121). Quem venceu, Lucimar, gastou R$ 248 por voto. O voto mais caro custou R$ 248; o mais barato, R$ 17,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: José Valro. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela
  • Lucimar MDBR$ 514 mil · 2.068 votosR$ 248
  • Récio PDTR$ 170 mil · 1.404 votosR$ 121
  • José Valro PSOLR$ 11 mil · 612 votosR$ 17,3

Votos por real

  • 2008, prefeito: 58 votos por R$ 1.000, 7 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.