José Maria
Jose Maria de Souza · nasceu em 1963
José Maria se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PSB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 57 anos, ensino médio, administrador, cor parda. A cor declarada mudou: preta em 2014, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016Vereador · Belo Horizonte (MG)PSB 40333· centro-esquerda· na urna, José Maria Líder Comunitáriosuplente
- 2014Deputado estadual · Minas GeraisPSB 40333· centro-esquerda· na urna, José Maria Líder Comunitáriosuplente1.055 votos; 441º mais votado de 1.055 no estado
- 2006Deputado federal · Minas GeraisPSB 4011· centro-esquerda· na urna, Zé Mariasuplente1.142 votos; 316º mais votado de 528 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, José Maria teve 1.055 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 441º lugar entre 1.055 candidatos.
Recebeu votos em 83 cidades. Belo Horizonte deu 58,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 86,9%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, José Maria declarou R$ 97 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2020, o total caiu R$ 335,4 mil, já descontada a inflação.
Declarou 22% da mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2020.
- José MariaR$ 97 mil
- Mediana dos candidatosR$ 433,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 544,9 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, José Maria declarou ao TSE R$ 55 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para prefeito: R$ 25 mil, 93% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Ubaporanga (MG) · PSB · não eleito
De onde veio
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 1.4155,7%
- Próprio bolsoR$ 4461,8%
Para onde foi
- InternetR$ 7083,3%
- Material impressoR$ 3181,5%
- OutrosR$ 7< 0,1%
Quanto custou cada voto: prefeito, Ubaporanga (MG), 2020
José Maria: R$ 192 por voto (mediana da disputa, R$ 34). Quem venceu, Dr Gleydson, gastou R$ 24,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 192; o mais barato, R$ 20.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: José Maria. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- José Maria PSBR$ 22 mil · 113 votosR$ 192
- Joaozinho Do Barracão PTR$ 24 mil · 248 votosR$ 95,8
- Jorginho Rodrigues PVR$ 99 mil · 2.897 votosR$ 34
- Dr Gleydson PSDR$ 90 mil · 3.595 votosR$ 24,9
- Capitão Cesar PRTBR$ 21 mil · 1.061 votosR$ 20
Votos por real
- 2020, prefeito: 5,2 votos por R$ 1.000, 18% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 281 votos por R$ 1.000, 5,4 vezes a mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 101 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
- 2006, deputado federal: 61 votos por R$ 1.000, 53% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.