Apuração
Vereador · 2004 · PSB

Darós

José Luiz Leal Darós · nasceu em 1963

Darós se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2004, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSB−0,15← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002MDB2004PSB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: MDB (2002), PSB (2004).

Dep. estadualVereadorPartidoMDBPSB20022004
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2004, suplente.

Declarou ao TSE em 2004: 41 anos, superior completo, empresario. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2004
    PSB 40555· centro-esquerda
    suplente
  2. 2002
    Deputado estadual · Espírito Santo
    MDB 15233· centro· na urna, Jose Luiz Darós
    suplente9.260 votos; 58º mais votado de 334 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Darós teve 9.260 votos para deputado estadual, 0,6% dos votos válidos do estado: 58º lugar entre 334 candidatos.

Recebeu votos em 62 cidades. Cachoeiro de Itapemirim deu 68,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,3%.

9.260 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 9.260 votos.
  1. Cachoeiro de Itapemirim (ES)6.380 votos68,9%
  2. Vargem Alta (ES)696 votos7,5%
  3. Rio Novo do Sul (ES)274 votos3%
  4. Castelo (ES)257 votos2,8%
  5. Itapemirim (ES)158 votos1,7%
  6. Outras 47 cidades625 votos6,7%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Darós declarou ao TSE R$ 1,2 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 1,2 milhão.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 50 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2004 · Vereador · Cachoeiro de Itapemirim (ES) · PSB · suplente

De onde veio

R$ 6.509
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.509.
  1. Próprio bolsoR$ 5.53285%
  2. Outros candidatosR$ 97715%

Para onde foi

R$ 6.509
O maior gasto foi com material impresso: 95% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.509.
  1. Material impressoR$ 6.19095,1%
  2. EscritórioR$ 3194,9%

Quanto custou cada voto: vereador, Cachoeiro de Itapemirim (ES), 2004

Mediana da disputa: R$ 45,4 por voto. Quem venceu, Marcos Coelho, gastou R$ 30,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 305; o mais barato, R$ 25,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, vereador: 112 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 8 votos por R$ 1.000, 17% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.