Apuração
Vereador · 2004 · PSC

Jose Lucio

Jose Lucio Ribeiro Filho · nasceu em 1942

Jose Lucio se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2004, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSC+0,25← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002MDB2004PSC← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: MDB (2002), PSC (2004).

Dep. federalVereadorPartidoMDBPSC20022004
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2004, suplente.

Declarou ao TSE em 2004: 62 anos, superior completo, militar reformado. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2004
    Vereador · Natal (RN)
    PSC 20123· direita
    suplente
  2. 2002
    Deputado federal · Rio Grande do Norte
    MDB 1512· centro· na urna, José Lúcio
    suplente15.820 votos; 15º mais votado de 74 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Jose Lucio teve 15.820 votos para deputado federal, 1,1% dos votos válidos do estado: 15º lugar entre 74 candidatos.

Recebeu votos em 163 cidades. Natal deu 52,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 80,5%.

15.820 votos
votos para deputado federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 15.820 votos.
  1. Natal (RN)8.369 votos52,9%
  2. Parnamirim (RN)942 votos6%
  3. Mossoró (RN)814 votos5,1%
  4. São Gonçalo do Amarante (RN)460 votos2,9%
  5. Macaíba (RN)365 votos2,3%
  6. Outras 148 cidades3.088 votos19,5%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Jose Lucio declarou ao TSE R$ 156 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado federal: R$ 139 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2004 · Vereador · Natal (RN) · PSC · suplente

De onde veio

R$ 17,4 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 17,4 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 17,1 mil98,1%
  2. Outros candidatosR$ 3261,9%

Para onde foi

R$ 17,4 mil
O maior gasto foi com material impresso: 68% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 17,4 mil.
  1. Material impressoR$ 11,9 mil68,2%
  2. EscritórioR$ 4.00423%
  3. ServiçosR$ 1.1016,3%
  4. OutrosR$ 3912,2%
  5. EventosR$ 330,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Natal (RN), 2004

Mediana da disputa: R$ 27,1 por voto. Quem venceu, Renato Dantas, gastou R$ 18,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 49,3; o mais barato, R$ 18,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, vereador: 138 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
  • 2002, deputado federal: 114 votos por R$ 1.000, 37% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.