José Carlos Leal
José Carlos Dias Leal · nasceu em 1958
José Carlos Leal se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSC (2004), PDT (2008–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 58 anos, até o fundamental, comerciante, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, José Carlos Leal declarou R$ 68,2 mil em bens, em reais de hoje: 5,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2008 e 2016.
Declarou 5,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2016.
- José Carlos LealR$ 68,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 13 mil
- Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, José Carlos Leal declarou ao TSE R$ 4 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereador · Filadélfia (BA) · PDT · suplente
De onde veio
Para onde foi
- TransporteR$ 3.12579,4%
- Material impressoR$ 81020,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Filadélfia (BA), 2016
Mediana da disputa: R$ 30,6 por voto. Quem venceu, Batista, gastou R$ 12,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 50,9; o mais barato, R$ 12,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Sival Moreira PSBR$ 9,7 mil · 190 votosR$ 50,9
- Roberto Maia PROSR$ 9,8 mil · 228 votosR$ 43,1
- Jessé PSBR$ 5,8 mil · 149 votosR$ 38,8
- Joel Máximo PSCR$ 13 mil · 343 votosR$ 38,1
- Chicão DEMR$ 13 mil · 360 votosR$ 34,7
- Eugenia Carine PTR$ 6,3 mil · 193 votosR$ 32,4
- Silvio Amorim PVR$ 12 mil · 398 votosR$ 30,6
- Alipio DEMR$ 12 mil · 391 votosR$ 29,9
- Misa PSCR$ 7,2 mil · 276 votosR$ 26
- Janoario De Oliveira AGIRR$ 7,4 mil · 454 votosR$ 16,2
- Lailson Da Aroeira PDTR$ 6,4 mil · 399 votosR$ 16
- Batista PSCR$ 7,2 mil · 572 votosR$ 12,6
Votos por real
- 2016, vereador: 50 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.