Apuração
Prefeito · 2008 · DEM

José Carlos

José Carlos de Oliveira · nasceu em 1960

José Carlos disputou uma eleição, em 2008, para prefeito (Pedralva (MG)), pelo DEM: não eleito.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoDEM+0,73← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

PrefeitoPartidoDEM2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2008, não eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 48 anos, superior completo, agrônomo. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Prefeito · Pedralva (MG)
    DEM 25· direita
    não eleito1.981 votos, 27,5%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, José Carlos declarou R$ 1,6 mi em bens, em reais de hoje: 3,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 1,6 mi
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 575.400 na declaração)

Declarou 3,2 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2008.

  • José CarlosR$ 1,6 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 485,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 539,3 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,6 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 9 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. Cotas da empresa comercial são pedro de produtos agrícolasR$ 593,2 mil
    Empresas e participações
  2. Casa residencialR$ 269,6 mil
    Imóveis
  3. Cotas da drogaria vilas bôas LTDAR$ 215,7 mil
    Empresas e participações
  4. Terreno ruralR$ 215,7 mil
    Bens rurais e animais
  5. Carro de passeio vw/polo sedan ano 2003R$ 86,3 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  6. Prédio residencial/comercialR$ 67,4 mil
    Imóveis
  7. Plano de aposentadoria brasilprevR$ 47,7 mil
    Dinheiro e aplicações
  8. Carro de passeio fiat/uno ano 2004R$ 45,8 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  9. Conta corrente banco do brasilR$ 9.977
    Dinheiro e aplicações

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, José Carlos declarou ao TSE R$ 35 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Prefeito · Pedralva (MG) · DEM · não eleito

De onde veio

R$ 35 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 5 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 35 mil.
  1. PartidoTudo de Comitê Financeiro Municipal ÚnicoR$ 32,5 mil92,7%
  2. Pessoas5 pessoas, não nomeadasR$ 1.8745,3%
  3. Próprio bolsoR$ 6691,9%

Para onde foi

R$ 35 mil
O maior gasto foi com outros: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: prefeito, Pedralva (MG), 2008

José Carlos: R$ 17,7 por voto (mediana da disputa, R$ 33,9). Quem venceu, Luizinho, gastou R$ 10 por voto. O voto mais caro custou R$ 99,6; o mais barato, R$ 10.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: José Carlos. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, prefeito: 57 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.