José Antônio de Góis
nasceu em 1954
José Antônio de Góis disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Leandro Ferreira (MG)), pelo MDB: não eleito.
Centro, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 50 anos, ensino médio, comerciante. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, José Antônio de Góis declarou ao TSE R$ 15 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Leandro Ferreira (MG) · MDB · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- TransporteR$ 9.77466,5%
- EventosR$ 4.23528,8%
- EscritórioR$ 6814,6%
Quanto custou cada voto: prefeito, Leandro Ferreira (MG), 2004
José Antônio De Góis: R$ 16,5 por voto (mediana da disputa, R$ 21,3). Quem venceu, Nivaldo Rodrigues, gastou R$ 21,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 60,8; o mais barato, R$ 16,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: José Antônio De Góis. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Jucelino Pt PTR$ 2,3 mil · 37 votosR$ 60,8
- Nivaldo Rodrigues PTBR$ 30 mil · 1.390 votosR$ 21,3
- José Antônio De Góis MDBR$ 15 mil · 891 votosR$ 16,5
Votos por real
- 2004, prefeito: 61 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.